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Devo conversar com meu filho sobre primeiro beijo?

A relação que você tem com seu filho adolescente e a personalidade dele é a chave para dar esta resposta

Muitos pais se questionam se devem conversar com seus filhos sobre o primeiro beijo ou se seria uma invasão de privacidade. A resposta é: depende da relação que você estabeleceu com seu filho. Nas famílias em que existe o diálogo e uma relação de confiança entre os seus membros, muito provavelmente a pergunta não será necessária, pois possivelmente o assunto aparecerá espontaneamente.

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Muitos pais se questionam se devem conversar com seus filhos sobre o primeiro beijo ou se seria uma invasão de privacidade. A resposta é: depende da relação que você estabeleceu com seu filho. Nas famílias em que existe o diálogo e uma relação de confiança entre os seus membros, muito provavelmente a pergunta não será necessária, pois possivelmente o assunto aparecerá espontaneamente.

Mas ele pode não contar, seja por timidez ou por características da própria adolescência, durante a qual muitos se fecham em seu mundo, ficando mais confortáveis com os amigos do que com os próprios pais.

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Nesse caso, se você quiser saber alguma coisa, evite ficar xeretando, lembre-se que o quarto do adolescente é seu santuário, assim como seu celular e computador e se ele descobrir, a relação de confiança que podia existir ficará fortemente abalada. Isso sim é invasão de privacidade. Quer saber? Pergunte. Mas respeite o direito ao silêncio, se não obtiver resposta.

Quando ele acontece?

Outra pergunta que escuto muito é: com que idade é normal que aconteça o primeiro beijo? E a resposta é a mesma, depende. Depende da maturidade física e emocional de cada um. A puberdade pode começar entre os 8 e os 13 anos para as meninas e entre 9 e 14 anos para os meninos, sendo a feminina caracterizada pelo aparecimento do broto mamário e a masculina pelo aumento do volume testicular.

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Antes da puberdade não se espera que crianças e adolescentes se interessem em beijar ou em ter algum relacionamento e ficar questionando os filhos nessa fase não só é colocar a carroça na frente dos bois, mas corre-se o risco de despertar a curiosidade para algo que ainda não existia.

O beijo é visto como o primeiro passo no caminho da sexualidade adulta, o primeiro contato íntimo com outra pessoa. Apesar de a geração de adolescentes atual não dar a mesma importância que as gerações anteriores à essa iniciação, desvinculando muitas vezes o beijo da atração, o ato do primeiro beijo não deixa de ser uma conquista.

O que motivou o adolescente? Foi com alguém que o interessava? Estava realmente a fim dessa experiência? Ou foi por pressão do grupo, desafio de algum amigo ou mera curiosidade? A grande questão é o porque do beijo, uma vez que o comportamento deve se repetir em outras situações da vida, tanto do ponto de vista de relacionamentos, como em outras experimentações tais como o uso de drogas e o envolvimento em outras atividades. Foi por vontade própria, se sentia apto a isso, desejava beijar essa pessoa? Perfeito. Foi por algum outro motivo? Melhor conversar.

Adolescentes que são criados em ambientes harmônicos, com limites, diálogo e exemplos positivos, tendem a ter boa autoestima e respeito a si mesmo, não se colocando em situações contrárias aos seus valores. Essa é a melhor atitude a ser trabalhada desde a primeira infância, com o objetivo final de criar filhos emocionalmente saudáveis, donos de si e responsáveis por seus atos. Conversas francas na hora certa, encorajamento quando necessário e suporte sempre.

Uma dica que costumo dar: o primeiro beijo a gente nunca esquece, seja ele bom ou ruim. Qual a memória que você escolhe ter?

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