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Pai com depressão pode afetar desenvolvimento do filho

Doença paterna aumenta risco de mau comportamento da criança

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Um estudo realizado pela New York School of Medicine, nos Estados Unidos, mostrou que não apenas as emoções da mãe são influentes no desenvolvimento do filho - problemas emocionais paternos também podem levar a distúrbios emocionais e de comportamento nas crianças. A análise foi publicada no periódico Maternal and Child Health Journal.

Por meio de uma amostra de 7.247 famílias, os pesquisadores puderam analisar a saúde física e mental dos indivíduos, além da idade, da raça e do nível de escolaridade. No total, 6% dos pais apresentavam sintomas da depressão.

Após avaliar cada criança, os resultados da pesquisa mostraram que 15% dos filhos cujos pais tinham depressão apresentaram algum problema emocional ou comportamental. Eles também descobriram que 6% das crianças foram avaliadas com problemas mesmo com pai e mãe sem sintomas de depressão. O índice foi para 20% quando a mãe tinha depressão e 25% quando tanto o pai quanto a mãe apresentavam a doença.

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Esse é o primeiro estudo em larga escala que aborda a influência dos problemas emocionais paternos sobre saúde mental de seus filhos. Para o coordenador da análise, os números mostram a importância do equilíbrio dos pais para o bom desenvolvimento e bem-estar infantil.

Quatro atitudes que ajudam no tratamento da depressão

A depressão está longe de ser uma simples tristeza - é uma doença séria que precisa ser tratada. "Ela ocorre por causa de uma tendência hereditária e algumas substâncias cerebrais em desarranjo, principalmente a serotonina e a noradrenalina", afirma a neurologista Thais Rodrigues, de São Paulo, especialista do Minha Vida. Sentir uma tristeza muito profunda, que não passa, é motivo suficiente para procurar um profissional de saúde mental, que poderá receitar medicação e terapia. Além do tratamento, quem sofre desse mal também pode tomar atitudes que melhoram o quadro da doença. Confira a seguir.

1. Pratique exercícios físicos

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A saúde da mente começa pelo corpo. "O exercício físico libera endorfinas e aumenta os níveis de serotonina e dopamina, potencializando o efeito antidepressivo do tratamento", explica a neurologista Thais. Além disso, o organismo só funciona adequadamente se estiver com o equilíbrio de fatores físicos, psíquicos e sociais. "Quando algum desses fatores é prejudicado ou beneficiado, os demais sofrem as consequências", diz a psicóloga e terapeuta comportamental Denise Diniz, coordenadora do Setor de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp. Dessa forma, se o paciente com depressão consegue ânimo para se exercitar, também conseguirá melhorar questões psíquicas, tais como a depressão.

2. Alimente-se bem

Comer demais ou simplesmente não comer é clássico de quem sofre de depressão. Mas manter a alimentação saudável é um passo importante para a recuperação. Thais Rodrigues explica que jejuns prolongados demais ou exageros alimentares modificam a química do corpo, em especial entre aqueles que abusam de carboidratos simples, como doces, em busca de conforto. "Isso provoca variações bruscas nos níveis de glicemia, insulina e serotonina", diz a neurologista. O indicado pela especialista é comer a cada três ou quatro horas, preferindo carboidratos integrais e alimentos com triptofano, um aminoácido que ajuda na produção de serotonina. Exemplos desses alimentos são: leite, carnes magras, banana e nozes.

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3. Fuja do álcool

Embora a sensação inicial causada pelo álcool seja de relaxamento e euforia, o sentimento dura pouco. "Depois que esse efeito passar, a pessoa precisará consumir mais álcool, existindo o perigo do abuso e até do vício", alerta a neurologista Thais.

4. Ocupe-se com atividades divertidas

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A partir do momento que as pequenas belezas da vida estiverem mais evidentes, fica mais fácil recomeçar a encarar atividades que um dia já foram divertidas. Se isso não parece animador, então procure novas diversões. Busque novidades, aprenda coisas novas e prazerosas, viaje, fuja das notícias ruins e das pessoas negativas. "Evitar a exposição, na medida do possível, a informações negativas e aumentar as positivas ajuda muito", aconselha a neurologista Thais Rodrigues.