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Aumento da próstata afeta a qualidade de vida masculina

Hiperplasia prostática causa desconforto mesmo quando não está ligado ao câncer

Sabemos que com o passar dos anos a próstata, glândula localizada na transição da bexiga com a uretra, aumenta de tamanho causando alguns problemas comuns em homens a partir dos 60 anos. O tecido prostático localizado ao redor da uretra, chamado de zona de transição, apresenta uma proliferação benigna que leva a uma compressão da uretra, dificultando a eliminação de urina.

Os sintomas mais comuns do crescimento da próstata, chamado de hiperplasia prostática, estão relacionados á alteração do padrão urinário tais como: jato urinário enfraquecido, dificuldade de iniciar e gotejamento ao final da micção, sensação de não ter esvaziado a bexiga completamente, desejo súbito e imediato de urinar, e necessidade de acordar à noite repetidas vezes para ir ao banheiro.

É importante lembrar que os mesmos sintomas podem estar presentes em outras doenças como diabete mellitus, infecção urinária, estenose de uretra e problemas neurológicos diversos como doença de Parkinson ou pode ser uma sequela de acidente vascular cerebral. Por isso, o paciente não deve tentar adivinhar o que está acontecendo com o seu corpo, muito menos se automedicar.

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"Embora a hiperplasia prostática não esteja diretamente relacionada ao câncer de próstata, ela pode causar perda da função renal e facilitar infecções urinárias"

Embora a hiperplasia prostática não esteja diretamente relacionada ao câncer de próstata, ela pode causar perda da função renal, facilitar infecções urinárias, e mais comumente prejudicar a qualidade de vida do paciente devido à fadiga crônica por sono de má qualidade, incapacidade de participar de reuniões profissionais ou familiares por necessidade constante de urinar, e até impossibilidade de urinar, chamada de retenção urinária aguda.

Para o diagnóstico preciso é necessário, além da história clínica e exame físico detalhado do paciente, uma avaliação mínima que engloba exames de sangue, urina e ultrassonografia de abdômen e pelve. Em alguns casos pode ser necessária a avaliação funcional da bexiga, chamada de avaliação urodinâmica.

Uma vez diagnosticado o problema, o tratamento correto ajuda a grande maioria dos pacientes a atingir uma melhora quase total dos sintomas. Em casos em que não exista indicação imediata de cirurgia, o tratamento é iniciado com medicação da classe dos alfa bloqueadores. A utilização destas medicações em longo prazo produz uma diminuição no tamanho da próstata em no máximo seis meses

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Em indivíduos que o tratamento clínico não é eficaz ou em pacientes com retenção urinária, insuficiência renal, presença de cálculo vesical, infecção urinária de repetição e sangramento pela urina, a retirada da parte interna da próstata é necessária. O procedimento é realizado pela própria uretra, sem necessidade de cortes. Este procedimento pode ser realizado também empregando-se o laser como forma de energia para destruir o tecido prostático.

Após o diagnóstico e a introdução do tratamento adequado pelo urologista, os resultados são excelentes, com pouca morbidade para os indivíduos com este problema.