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Elas agarraram a chance d éter uma vida conjugal mais calorosa

Mais energia e intimidade na cama é só um dos bônus do Afrodite

O Projeto mal começou e já tem gente brindando uma nova lua-de-mel. A recuperação da libido e o resgate da auto-estima são as principais conquistas das participantes do Afrodite. A seguir, elas contam como o apoio da equipe da Unifesp tem ajudado a transformar a rotina conjugal.

Cleusa Maria de Lara Moreira Lima, 59 anos, taxista
Depois de passar pelo tratamento ginecológico e pelas sessões de terapia em grupo do Projeto Afrodite, a taxista Cleusa Moreira, 59 anos, define sua vida como totalmente diferente .

Mãe de dois filhos já adultos, ela sofria com os sintomas da transição hormonal que domina as mulheres de meia-idade. A minha vida estava muito monótona. Eu nem sabia mais o que era libido e sofria de depressão. Sem falar a insônia, quase não dormia à noite , relata Cleusa, hoje aliviada com a qualidade de vida que voltou a ter.

A taxista conta que a medicação prescrita pela ginecologista Carolina, os bate-papos com a psicóloga Mara e a troca de experiência com as outras participantes logo surtiram efeito. Após seis meses de tratamento, ela garante que a rotina mudou bastante. Até brinquei com a Dra. Carolina, dizendo que o medicamento está forte demais , diverte-se Cleusa, falando sobre o aumento do seu apetite sexual.
Mudanças que, segundo ela, agradaram o companheiro. Meu marido, quatro anos mais jovem que eu, não entendia muito bem essa fase da vida que toda mulher passa. Com isso, o relacionamento foi esfriando. Mas quando passei a freqüentar as sessões de terapia, aprendi a conversar com ele. Eu chegava em casa e ia correndo contar o que conversamos no Projeto .
Ele concorda sobre todas as melhoras do casamento. Depois das consultas, a Cleusa mudou seus pensamentos. Passou a encarar as mudanças do corpo e a lidar bem com elas. Isso melhorou nosso relacionamento em mil por cento , comemora Olímpio Moreira Lima, marido da participante do Projeto Afrodite. Hoje em dia, a gente até planta bananeira dentro do quarto , brinca ele.

Ismênia Maria Rodrigues, 50 anos, dona-de-casa
O desânimo e a falta de vontade para realizar atividades simples do dia-a-dia desapareceram da vida de Ismênia Rodrigues, 50 anos, logo após seu ingresso no Projeto Afrodite. A dona-de-casa conta que, antes disso, estava entregando os pontos para a depressão.
Por enquanto, só passei pelas consultas da Dra. Carolina e já achei ótimo. Melhorei bastante , conta ela, que mandou o início de depressão para bem longe, junto com os quilinhos a mais. Comecei a freqüentar o clube perto da minha casa e participar das aulas de Step e Body Combat. Passei dos 81 quilos para 75 , comemora.
Prestes a concluir seu tratamento medicamentoso, a dona-de-casa espera ansiosa pelo início das sessões de terapia. Acho que vão aparecer mais mudanças, depois que eu começar a freqüentar as reuniões , diz ela.



Rita Nascimento da Silva, 49 anos, dona-de-casa
Mesmo dividindo seu tempo com as tarefas de casa e os cuidados com o neto, a dona-de-casa Rita Nascimento, 49 anos, não escapou da depressão comum em mulheres que enfrentam o fim da fertilidade.
Além da tristeza constante, Rita conta que sofria com inchaço, calorões e falta de apetite sexual. Foi então que

o meu ginecologista me recomendou o Projeto Afrodite , lembra.
Hoje em dia, ela anda feliz da vida com os resultados que conquistou ao se submeter ao tratamento multidisciplinar. Ainda tomo os comprimidos da terapia de reposição hormonal, mas os efeitos surgiram há bastante tempo , fala ela sobre o desaparecimento dos sintomas.
Eu notei melhoras em diversos aspectos. Não sinto mais depressão. Pelo contrário, minha auto-estima está lá em cima. As sessões de terapia em grupo fizeram com que eu abrisse a minha mente e aprendesse a conversar sobre sexo. Isso melhorou muito meu relacionamento , garante Rita.
Depois de notar tantos benefícios, a participante do Projeto Afrodite torce para os eventos não acabarem. O tratamento terminou, mas vamos nos encontrar daqui a um mês. Não vou perder de jeito nenhum. É uma experiência que toda mulher deveria ter porque a gente sai outra pessoa. Estou me sentindo poderosa , elogia o trabalho da equipe de especialistas.

Enedina Freitas da Silva Marques, 66 anos, aposentada
Eu era uma pessoa muito pacata e estava começando a ter depressão , revela a aposentada Enedina Marques, 66 anos, sobre a fase de sua vida anterior à participação no Projeto Afrodite.
Para contar os detalhes sobre sua rotina atual, Enedina anima-se. Agora não só a saúde melhorou, o astral está altíssimo . A aposentada diz que ainda toma os comprimidos que fazem parte da reposição hormonal e participou de todas as sessões com a psicóloga Mara Push. As sessões de terapia já ajudam só pelo convívio que temos com outras mulheres na mesma situação. As discussões então, nem se fala. São muito boas , elogia a aposentada.
Ela garante que está transformando a vida do marido, três anos mais velho que ela. Eu sou a mais empolgada do casal. Mas estou convencendo meu marido a fazer um tratamento para ter mais pique , comenta.
A maior recompensa do Projeto, define Enedina sem pensar duas vezes, é a vontade de viver que a gente recupera em um momento que já estamos desistindo da vida .



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