PUBLICIDADE

Entenda a formação de placas

Saiba mais sobre a doença

Diagnóstico e tratamentos
Ataque do coração

Um ataque do coração, ou um enfarte do miocárdio, é um dano irreversível para o músculo coronariano. Mio significa músculo, cárdio se refere ao coração e enfarte se traduz pela morte do tecido devido à ausência de suprimento de sangue.

O que acontece durante um ataque do coração?

O músculo cardíaco requer um constante abastecimento de sangue rico em oxigênio para se nutrir. As artérias coronarianas proporcionam ao coração essa fonte de abastecimento. Se você tem uma doença coronariana arterial, aquelas artérias se estreitam e o sangue não pode fluir tão bem quanto deveria.

Substâncias gordurosas, cálcio, proteínas e células inflamatórias se acumulam nas artérias para formar placas de diferentes tamanhos. As placas de depósito são duras por fora e macias por dentro. Quando a placa é dura, sua casca se quebra (ruptura da placa), plaquetas (partículas em forma de disco que ajudam na coagulação) chegam à área e coágulos de sangue se formam ao redor da placa.


Se um coágulo bloqueia totalmente a artéria, o músculo cardíaco fica faminto de oxigênio. Em pouco tempo, a morte da célula ocorre, causando um dano irreparável. Isso é chamado de infarto do miocárdio ou ataque do coração. Embora não seja comum, um ataque do coração também pode ser causado por um espasmo na artéria coronária.

Durante o espasmo coronário, as artérias coronárias se contraem ou ficam alternando espasmos, reduzindo o recebimento de sangue no músculo cardíaco (isquemia). Isso pode acontecer em relaxamento e pode ocorrer em pessoas sem uma doença coronária arterial significante.

Cada artéria coronária supre de sangue uma região do coração. O tamanho do dano ao coração depende do tamanho da área afetada pela artéria bloqueada e o tempo entre a lesão e o tratamento. A cicatrização do coração começa logo após o ataque e leva cerca de oito semanas.

Assim como um machucado na pele, é formada uma cicatriz na área afetada. Mas o novo tecido da ferida não se contrai ou bomba como um tecido saudável do coração. Então, a capacidade de bombear é reduzida depois de um ataque. O tamanho da perda dessa capacidade depende do tamanho e da localização da cicatriz.

Quais são os sintomas de um ataque do coração?
Os sintomas de um ataque do coração incluem:

Desconforto, pressão, alívios ou dores no peito, no braço ou abaixo do osso do peito
Desconforto irradiando para as costas, garganta, mandíbula ou braço
Sensação de saciedade, indigestão ou falta de ar (pode sentir como uma queimação ou azia).
Suador, náusea, vômito e tontura
Fraqueza extrema, ansiedade e falta de ar
Batidas do coração rápidas ou irregulares.

Durante um ataque do coração, os sintomas duram 30 minutos ou mais e não são aliviados com o descanso ou com medicação oral (tomada pela boca). Algumas pessoas têm um ataque do coração sem nenhum dos sintomas (um silencioso enfarte do miocárdio). Isso pode acontecer com qualquer pessoa, mas é mais comum entre os diabéticos.

O que eu faço se eu tiver um ataque do coração?
Um rápido tratamento para desobstruir a artéria bloqueada é essencial para amenizar os danos. Aos primeiros sinais de ataque do coração, chame uma ambulância ou procure um pronto-socorro. A melhor hora para tratar um ataque do coração é dentro de uma ou duas horas depois do aparecimento dos primeiros sintomas.

Esperar mais do que isso aumenta o dano ao seu coração e reduz as chances de sobrevivência. Mantenha em mente que um desconforto no peito pode ser descrito de várias maneiras. Pode acontecer no peito, nos braços, nas costas ou na mandíbula. Se você tiver os sintomas, fique atento. Esses são os sinais de alerta de uma doença do coração. Procure cuidado médico imediatamente.

Como um ataque do coração é diagnosticado?

Exames

Eletrocardiograma: o eletrocardiograma pode lhe dizer qual a extensão do dano ao seu coração e onde ele ocorreu. Além disso, seus batimentos e o ritmo do seu coração podem ser monitorados.

Exames de sangue: Sangue pode ser retirado para medir os níveis de enzimas cardíacas que indicam danos ao coração. Essas enzimas são normalmente encontradas dentro das células do seu coração e são necessárias para o funcionamento delas. Quando as células do coração são lesadas, o conteúdo delas incluindo as enzimas são liberadas para a corrente sanguínea. Ao medir os níveis dessa enzima, o médico pode determinar o tamanho do ataque do coração e aproximadamente quando ele aconteceu. Os níveis de troponina também podem ser medidos. Essa substância é uma proteína encontrada nas células do coração que são liberadas quando elas são lesadas por uma isquemia. A troponina é capaz de detectar pequenos ataques do coração.

Ecocardiografia: é um exame de imagem que pode ser realizado durante ou depois de um ataque do coração. Permite ver quais áreas do coração estão bombeando normalmente e quais não estão. O eco pode dizer também se alguma estrutura do coração (válvulas, septo etc) foi afetada durante o ataque.

Cateterismo: pode ser empregado durante as primeiras horas de um ataque do coração. O cateter cardíaco pode ser usado para se visualizar diretamente a artéria bloqueada e ajudar o médico a determinar qual procedimento é necessário para tratar o bloqueio.

Como um ataque do coração é tratado?
Uma vez que o ataque do coração tenha sido diagnosticado, o tratamento começa imediatamente muitas vezes na ambulância ou na sala de emergência. Medicamentos e procedimentos cirúrgicos são usados para tratar um ataque do coração.

Quais medicamentos são usados para tratar um ataque do coração?
O objetivo da medicação terapêutica é quebrar ou prevenir os coágulos de sangue, evitar que as plaquetas se unam e formem uma placa, estabilizar o crescimento da placa e evitar uma futura isquemia. Essa medicação precisa ser ministrada o mais rápido possível (até uma ou duas horas depois do início do ataque) para reduzir a ocorrência do dano. Quanto maior a demora para iniciar a medicação, maior pode ser o dano e menor benefício pode ser trazido. A medicação para essa finalidade pode ser:

Aspirina para evitar a coagulação do sangue, fato que pode piorar o ataque do coração
Anticoagulantes
Tratamento para trombose para dissolver qualquer coágulo que esteja presente nas artérias do coração
Alguma combinação dos remédios acima
Outras drogas, ministradas durante ou após um ataque, reduzem a atividade do coração, melhoram o funcionamento do músculo, alargam ou dilatam as veias, diminuem a dor e auxiliam qualquer tratamento envolvendo o ritmo cardíaco.

Quais outras opções de tratamento existem?
Durante ou logo após um ataque do coração, você pode ir para um laboratório de cateterismo para avaliar as condições do seu coração, artérias e a extensão do dano ao coração. Em alguns casos, procedimentos (como uma angioplastia ou extensores) são usados para abrir suas artérias estreitadas ou bloqueadas.

Esses procedimentos podem ser combinados com um tratamento de remédios para trombose para abrir as veias entupidas, assim como quebrar qualquer coágulo que as esteja bloqueando. Se necessário, uma cirurgia para a colocação de um marca-passo pode ser feita para restaurar o suprimento de sangue ao músculo cardíaco.

Tratamentos (remédios, cirurgia do coração e procedimentos de intervenção, como a angioplastia) não curam a doença da artéria coronariana. Já ter tido um ataque do coração ou algum tratamento para ele não significa que você nunca terá outro ataque. Isso pode acontecer novamente. Mas há algumas medidas que você pode adotar para evitar ataques futuros.

Como ataques subseqüentes do coração podem ser evitados?
O objetivo depois de um ataque do coração é manter o seu coração saudável e reduzir seu risco de ter outro ataque do coração. Sua melhor aposta para repelir ataques futuros é tomar a medicação, mudar seu estilo de vida e visitar o médico regularmente para check-ups.

Por que eu preciso tomar remédio depois de um ataque do coração?
A medicação é prescrita depois de um ataque do coração para:

Evitar coágulos futuros
Reduzir o trabalho do seu coração e melhorar a performance do seu coração e a sua recuperação
Evitar a formação de placas ao reduzir o colesterol

Outras medicações podem ser prescritas se necessário. Isso inclui remédios para tratar batimentos cardíacos irregulares, reduzir a pressão sanguínea, controlar a angina e tratar as falhas do coração. É importante saber o nome dos seus remédios, para que eles são usados, com que freqüência e à que horas você precisa tomá-los. Seu médico ou enfermeira precisam revisar seus medicamentos com você. Mantenha uma lista dos seus remédios e leve-os a cada vez que visitar um médico. Se você tem dúvidas sobre a medicação, pergunte ao seu médico ou farmacêutico.

Quais mudanças no meu estilo de vida preciso fazer?
Não há cura para a doença arterial coronariana. Para evitar a progressão da doença, você precisa seguir os conselhos médicos e fazer as mudanças de vida necessárias. Você pode parar de fumar, reduzir o colesterol, controlar o diabetes e a pressão alta, seguir um plano de exercícios, manter um peso ideal e controlar o stress.

Depois de deixar o hospital, quando eu devo voltar a ver meu médico?
Marque uma consulta para duas ou seis semanas depois de deixar o hospital. Seu médico vai querer checar o progresso da sua recuperação. O especialista ainda pode pedir para você fazer exames de diagnóstico (como um exercício de teste do stress) em intervalos regulares. Esses testes podem ajudar no diagnóstico da presença ou do progresso de bloqueios nas suas artérias coronarianas e planejar um tratamento. Chame seu médico se você tiver sintomas como uma dor no peito que se torna mais freqüente, aumenta de intensidade, dura mais tempo ou se espalha para outras áreas, diminui a respiração, especialmente em repouso, ou batimentos cardíacos irregulares.

Diagnosticando doenças do coração:
Alguns exames simples já podem dar a seu médico algumas pistas sobre o funcionamento do seu coração. Durante a consulta, ele irá ouvir seu coração, medir seus batimentos e checar a pressão.

Pulsação
Cada pulsação significa uma batida do coração, que bombeia sangue para as artérias. A força da pulsação também ajuda a avaliar a quantidade de sangue que vai para diferentes partes do corpo. Você pode dizer o quão rápido seu coração está batendo ao sentir sua pulsação, que é medida em batidas por minuto.

Para medir a pulsação basta um relógio. Coloque seu dedo médio e indicador de uma mão sobre a parte interna do pulso da outra mão. Conte quantas batidas você sente em dez segundos. Multiplique esse valor por seis para encontrar seus batimentos por minuto. Quando você sente a pulsação, também é possível dizer se o ritmo está regular ou não.

Batimentos cardíacos
O médico ouve seu coração com a ajuda de um estetoscópio. O abrir e o fechar das válvulas do coração faz um barulho. É assim que o especialista pode avaliar seu coração e o trabalho das válvulas, além de ouvir os batimentos e o ritmo dele.

Pressão
A pressão sanguínea é a força ou pressão exercida nas artérias pelo sangue conforme ele é bombeado. Ela é registrada de duas formas:

Pressão sistólica
: pressão nas artérias durante o período de contração. É o número mais alto. Pressão diastólica: pressão nas artérias quando o coração está descontraído. É o intervalo entre as batidas (número mais baixo)

A pressão sanguínea é medida em milímetros de mercúrio (mm Hg), que representa o tão alto a pressão nas artérias pode subir a coluna de mercúrio em um aparelho medidor de pressão. A pressão normal para um adulto, em repouso, é menor u igual a 120 por 80. O 120 é a pressão sistólica, enquanto a diastólica é 80. A pressão pode subir ou baixar dependendo da idade, das condições do coração, das emoções, atividades e medicação que você toma. Medir uma vez a pressão e notar que ela está alta não indica que você tenha problemas. É preciso medir várias vezes.

Exame físico
As condições do coração também podem ser avaliadas quando o médico examina outras partes do corpo, como olhos, braços, pernas e pele.

Exame de sangue
Através dele verifica-se o colesterol, por exemplo.

Eletrocardiograma
O eletrocardiograma é um exame que registra a atividade elétrica do seu coração através de pequenos eletrodos que são fixados na pele do seu peito, braços e pernas. Um eletrocardiograma pode fazer parte dos exames físicos de rotina ou pode ser usado como um teste para doenças do coração. O eletrocardiograma é rápido, seguro, indolor e barato. Por meio dele, seu médico:
* Verifica seu ritmo cardíaco
* Checa um baixo fluxo de sangue para o músculo cardíaco (isquemia)
* Diagnostica um ataque do coração
* Avalia algumas anormalidades, como o aumento do tamanho do coração

Como me preparar para o exame?
Evite cremes oleosos no dia do exame. Eles interferem no contato da pele com o eletrodo
Evite meia calça porque os eletrodos precisam ser colocados diretamente nas pernas
Vista uma camisa que possa ser facilmente retirada para colocar os eletrodos no peito

O que acontece durante o exame?
Durante o procedimento, um técnico irá fixar dez eletrodos com adesivos na pele do seu peito, braços e pernas. Os homens podem precisar depilar o peito para obter uma conexão melhor. O exame irá registrar seus impulsos elétricos em um computador que criará um gráfico. Isso será feito enquanto você estiver deitado, em repouso, ou durante a realização de exercícios. Para fixar os eletrodos e realizar o exame, são cerca de 10 minutos. Mas a gravação dos registros leva poucos segundos. Esse exame será guardado em um arquivo para posterior comparação com novos eletrocardiogramas.

O que é um holter?
Um holter é um monitor portátil de eletrocardiograma que registra a atividade elétrica enquanto a pessoa está se movendo normalmente durante um ou dois dias. Ele é mais usado quando os médicos suspeitam de um ritmo cardíaco anormal ou isquemia (sangue insuficiente no músculo cardíaco). É um exame indolor. Os eletrodos são fixados na pele. Uma vez que o monitor esteja colocado, você pode ir para casa e realizar normalmente suas atividades (exceto banho). O médico pedirá que você registre em um diário suas atividades e qualquer sintoma que você sinta durante o dia e a que horas eles ocorreram.

O que é um monitor de eventos eletrocardiográficos?
Se os seus sintomas não são freqüentes, seu médico pode sugerir um monitor de eventos eletrocardiográficos. É um aparelho que, quando você aperta um botão, grava e armazena a atividade elétrica do coração por alguns minutos. Cada vez que você sentir um sintoma, você deve tentar apertar esse botão. Pode ser usado por semanas ou meses. A informação depois pode ser transmitida até pelo telefone para o médico.

Tratamentos
As doenças do aparelho circulatório são as principais responsáveis pelas mortes no Brasil. Em 2005, segundo dados do Ministério da Saúde, essas doenças foram responsáveis por 31,5% dos óbitos no país. A causa mais comum de morte por ataques do coração é um distúrbio no ritmo elétrico, chamado fibrilação ventricular.

Ela pode ser tratada, mas requer a aplicação de um choque elétrico no peito chamado desfibrilação. Se um desfibrilador não estiver disponível, a morte cerebral pode ocorrer em menos de dez minutos. Um jeito de ganhar tempo até se encontrar o desfibrilador é fazer a respiração e a circulação artificial através da ressuscitação cardiopulmonar.

Quanto mais rápido isso for feito, maiores são as chances de sucesso. Isso porque esse método irá manter o fluxo de sangue oxigenado para o cérebro e para o coração até um desfibrilador chegar. Quando você detectar um quadro de ataque do coração, o primeiro passo deve ser chamar o serviço de emergência da sua cidade ou a ambulância do seu plano de saúde.

Como tomar a medicação
Seu médico pode prescrever uma variedade de remédios que você pode tomar para tratar ou evitar doenças do coração. Essas drogas podem ajudar a reduzir a pressão sanguínea, o nível de colesterol e ajudar seu corpo a se livrar de fluídos que forcem a capacidade de bombear do coração. A medicação pode variara de pessoa para pessoa. Mas, qualquer que seja a medicação que você esteja tomando, é importante manter em mente algumas coisas:

Saiba o nome dos seus remédios e como eles funcionam. Guarde o nome genérico e a marca, as dosagens e os efeitos colaterais. Sempre tenha uma lista dos seus remédios com você
Tome a medicação nos horários corretos todos os dias. Não pare de tomar o remédio ou troque-o sem antes conversar com o médico. Mesmo que você já esteja se sentindo bem, continue com a medicação. Parar pode fazer seu quadro piorar
Tenha uma rotina para tomar remédios. Pegue um porta-remédios que esteja marcada com os dias da semana. Assim é mais fácil de você se lembrar
Mantenha um calendário para registrar as doses que você toma. Conforme o médico for mudando a dosagem, você pode vai anotando e vendo suas reações
Não reduza as doses da medicação para economizar. Para ter os benefícios completos, é preciso tomar a dose cheia. Pergunte a seu médico como você pode reduzir seus gastos
Não tome remédios que não precisem de prescrição médica ou ervas terapêuticas, a não ser que você consulte seu médico antes. Algumas drogas, como antiácidos, antialérgicos e antiflamatórios, podem agravar os sintomas de uma parada cardíaca
Caso você tenha esquecido de tomar o remédio, tome-o assim que você se lembrar. Mas, caso já esteja perto do horário da próxima dose, pergunte a seu médico se seria melhor pula-la ou dobrar a quantidade dela
Reabasteça constantemente seu estoque de remédios. Não espere até que eles acabem completamente
Quando viajar, mantenha sua medicação com você, assim você poderá tomá-la nas horas certas. Em viagens longas, pegue uma dose extra do seu remédio e uma cópia das receitas, caso você precise repor o remédio
Antes de passar por uma cirurgia com anestesia geral, incluindo intervenções odontológicas, avise o médico sobre os remédios que você está tomando. Um antibiótico pode ser prescrito antes do procedimento cirúrgico
Algumas medicações podem alterar seus batimentos cardíacos. Por isso, meça seu pulso regularmente
Remédios para relaxar vasos sanguíneos entupidos podem causar tontura. Se você se sentir tonto ao se levantar, sentar ou deitar por alguns minutos, comece a se erguer mais devagar

Como conviver com o problema?
Doenças arteriais coronárias são doenças crônicas, sem cura. Por isso, se você tiver uma doença arterial coronariana, terá de cuidar bem do seu coração para o resto da vida. Mais ainda se você passou por uma cirurgia ou procedimento para aumentar o fluxo de sangue para o coração. Cabe a você cuidar para que a doença não avance. Aqui estão algumas dicas para você viver com uma doença do coração mais facilmente:

Reconheça os sintomas: Chame o médico se os sintomas se tornarem mais freqüentes ou intensos. Caso a medicação ou o repouso não resolvam o problema dentro de 15 minutos, ligue para a emergência
Reduza seus fatores de risco. Quanto mais elementos de risco você tiver, maiores suas chances de ter problemas no futuro
Tome os remédios. A medicação é usada para controlar seus sintomas e ajudar seu coração a trabalhar de forma mais eficiente. Siga a orientação médica
Visite o médico para check-ups regulares
Marque consultas uma vez por ano ou mais freqüentemente, conforme seu médico o orientar

Como reduzir os fatores de risco?
Fazer as mudanças necessárias no estilo de vida não é fácil. É preciso ter determinação e disciplina para parar de fumar, comer direito e não ficar estressado. As dicas abaixo podem ajudar você a começar. Mas o ideal é buscar ajuda de nutricionistas, médicos e grupos de apoio para se manter na linha. Qualquer que seja a mudança que você queira fazer, tente:

Ter um plano antes de começar
Criar objetivos realistas para você mesmo
Faça uma grande mudança por vez
Escreva um contrato para reforçar seu comprometimento
Prepare-se para lapsos e mais lapsos. Não seja tão duro com você mesmo quando isso acontecer
Dê uma recompensa a você quando você acertar o caminho (mas sem hambúrguer e batatas fritas!)
Assegure-se que você tem pleno apoio dos amigos e da família. Procure a ajuda de grupos de apoio. E fale com seu médico sobre participar de programas de reabilitação cardíaca