PUBLICIDADE

Grandes avanços nas pesquisas com células do cordão umbilical

<FONT face=Arial><FONT style="FONT-SIZE: 12px"><EM>O uso de células-tronco adultas é uma realidade no tratamento de doenças do sistema sanguíneo e imunológico</EM> </FONT></FONT>

Durante muito tempo foi ignorada uma fonte riquíssima destas células: o cordão umbilical. Achava-se que apenas a medula óssea e, posteriormente, o sangue periférico, após mobilização, seriam fontes.

Hoje, a coleta do sangue de cordão está se tornando cada vez mais comum para quem quer assegurar a saúde de seu filho. É de extrema importância armazenar o sangue do cordão umbilical da criança já que no Brasil, os programas de transplantes atendem somente a 10% dos pacientes devido à dificuldade de encontrar doadores (um para cada milhão de pessoas), mesmo assim, 35% desenvolvem rejeição. Já nas terapias que utilizam células-tronco do próprio paciente a rejeição é nula, quando usadas por parentes consangüíneos a taxa também é muito pequena. As pesquisas na área de ortopedia estão avançadas, para regeneração de osso, cartilagem e ligamentos. No tratamento do Diabetes, estudos mostram que a maior parte dos pacientes tratados com células-tronco autólogas ( do próprio indivíduo)
permanecem sem precisar de insulina e aqueles que precisaram voltar a tomar, usam doses bem inferiores.

A regeneração de nervos periféricos e problemas do coração estão também com resultados promissores em aplicações clínicas iniciais. Dentro dos próximos anos a lista das possibilidades de uso deste material aumentará significativamente, incluindo até uso estético. São também indicadas na recuperação de pacientes submetidos à quimioterapia, ao substituir células lesionadas por sadias.

A coleta do sangue do cordão umbilical não é invasiva e não oferece risco nem desconforto para a mãe ou o bebê, além de ser rápida (cinco minutos). Portanto, das três formas esta é a melhor. Este sangue é rico em células-tronco imaturas, com a idade do bebê. Isso significa menor índice de rejeição quando comparado à medula óssea. É um investimento familiar, pois poderá servir para irmãos ou outros membros, em caso de compatibilidade.

Estamos assistindo a uma transformação da medicina tradicionalmente curativa, para a chamada medicina regenerativa. Nesta nova era, a perspectiva é a de que possamos usar as células do próprio indivíduo na regeneração de órgão, evitando transplantes ou outras propostas terapêuticas que tendem, hoje, a diminuir a qualidade de vida de determinados pacientes que quando não usam suas próprias células lidam com o fantasma da rejeição.





Você já se informou sobre os benefícios das células-tronco?