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Cigarro favorece câncer de pulmão, de mama e outros cinco tipos

Entenda a relação entre tabagismo e o risco aumentado de tumores

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. O tabagismo é responsável por aproximadamente 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. Caso o consumo continue aumentando, esses números aumentarão para 10 milhões de mortes anuais por volta do ano 2030.

O consumo de tabaco é o mais importante fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão. Comparados com os não-fumantes, os tabagistas têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão. Além do câncer de pulmão, o tabagismo aumenta o risco do câncer de boca, laringe, bexiga, mama, esôfago e gástrico.

O tabagismo introduz mais de 4.700 substâncias tóxicas no organismo, incluindo nicotina (responsável pela dependência química), monóxido de carbono (o mesmo gás venenoso que sai do escapamento de automóveis) e alcatrão, que é constituído por aproximadamente 48 substâncias pré-cancerígenas, como agrotóxicos e substâncias radioativas (que também causam câncer).

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Muitos tipos de câncer são evitáveis, portanto mudanças de estilo de vida básicos pode ter um tremendo impacto sobre os novos casos de câncer. Além disto, tais mudanças também causam impacto contra outras doenças crônicas (doenças cardiovasculares, derrame e diabetes).

Além de evitar o tabagismo, outras mudanças de hábitos podem ajudar no combate ao câncer incluem:

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Cessar o tabagismo não elimina o risco de câncer imediatamente, porém o risco vai diminuindo gradativamente e o organismo do ex-fumante vai se restabelecendo ao longo dos anos.

Essas mudanças podem também reduzir drasticamente muitas outras doenças, como doenças cardiovasculares, diabetes e outras doenças degenerativas que afetam a qualidade de vida e a longevidade das pessoas da comunidade.

* Texto escrito em coautoria com o Dr. Emerson Neves dos Santos - Médico Oncologista da CLINONCO, Graduado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis, Coinvestigador de Pesquisas Clínicas Nacionais e Internacionais e Oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos (SP).

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