Diabetes: 8 complicações da doença e como evitá-las

De problemas nos olhos a ressecamento excessivo da pele, o diabetes pode ter consequências sérias para a saúde se não for controlado

Com o passar dos anos e sem um controle responsável da taxa de glicemia, o diabetes pode trazer consequências sérias para a saúde geral do paciente. O surgimento das complicações também é impactado negativamente por fatores como uso de tabaco, sedentarismo, dieta deficiente e displicência com os prazos estabelecidos pelos médicos para os exames.

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Pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), as complicações do diabetes são divididas em dois grupos: micro e macro vasculares. As microvasculares causam danos a pequenos vasos sanguíneos e afetam olhos, rins e nervos. As macrovasculares, por sua vez, englobam doenças cardíacas e fluxo insuficiente de sangue para as extremidades do corpo.

Homem medindo a glicemia - Foto: Getty Images
Pessoas com diabetes têm tendência a apresentar pele seca e outras complicações

Conheça as principais complicações decorrentes do diabetes e como evitar chegar a elas:

Problemas nos olhos

A retinopatia diabética é causada pela elevação permanente da taxa glicêmica. Pacientes com diabetes devem fazer o exame de fundo de olho (fundoscopia) todos os anos, para identificar possíveis alterações nos vasos da retina o mais cedo possível.

Vale ressaltar que a retinopatia diabética é uma das causas do glaucoma e da catarata, portanto, toda atenção à sua prevenção é válida.

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Ressecamento da pele

Pessoas com diabetes têm tendência a apresentar pele seca, uma vez que a doença pode causar alterações nos nervos que controlam a produção de suor e de sebo.

Para evitar o ressecamento excessivo da pele, que pode resultar em infecções e lesões, é necessário adotar o hábito de hidratação diária. É preciso cuidado ao escolher o produto, já que hidratantes com álcool aceleram o ressecamento da pele e podem piorar o problema. Investir em cremes hidratantes criados especialmente para a pele de quem tem diabetes é a melhor escolha.

O creme DiabetTX®, com L-Arginina na fórmula, foi desenvolvido especificamente para a pele de quem tem diabetes. Ele pode ser usado em todo o corpo e mantém a pele profundamente hidratada, inclusive a pele das mãos e dos pés, que tende ressecar ainda mais quando se tem diabetes.

Como rotina, DiabetTX® deve ser passado de três a quatro vezes ao dia, com a pele limpa e seca. Uma dessas aplicações deve ser feita preferencialmente após o banho, quando os poros estão dilatados e o produto penetra na pele com mais eficiência, além de criar uma camada de proteção que evita a perda de umidade. Massagear a pele com movimentos circulares também ajuda a melhorar absorção do creme hidratante.

Doença renal

Seu nome técnico é nefropatia diabética, e trata-se da principal causa de insuficiência renal crônica e hemodiálise no Brasil. A doença está associada a lesões nos pequenos vasos sanguíneos devido à elevação recorrente dos níveis de glicose no sangue.

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Como ela é diagnosticada pelos níveis de proteína na urina, é recomendado que se faça o teste uma vez por ano para, se for o caso, detectá-la em um estágio inicial.

Distúrbio nervoso

Como ela é diagnosticada pelos níveis de proteína na urina, é recomendado que se faça o teste uma vez por ano para, se for o caso, detectá-la em um estágio inicial.

Adotar uma dieta que leve em conta o controle da glicemia (baixo consumo de açúcar, gordura, sódio, potássio e fósforo), ter cuidados especiais com os pés (limpeza diária, inspeção para detectar cortes e bolhas, unhas cortadas e lixadas, calos tratados e hidratação profunda da pele), manter a pressão arterial sob controle, fazer atividades físicas e abandonar o cigarro são as medidas necessárias para evitar o risco de desenvolver neuropatia diabética.

Aterosclerose

Pessoas com diabetes fazem parte dos principais grupos acometidos pelo acúmulo de placas de gordura e de outras substâncias nas paredes das artérias que caracteriza a aterosclerose. A condição compromete o fluxo sanguíneo destes pacientes.

É possível diminuir o risco de chegar a esta complicação. Entre as recomendações médicas estão não fumar, praticar exercícios físicos, fazer exames e tratamento para depressão, ingerir suplementos de ácidos graxos com ômega 3 (especialmente as mulheres), manter uma dieta equilibrada e não exagerar no consumo de bebidas alcoólicas, além de manter o controle da taxa glicêmica sempre em dia.

Doença arterial periférica

Causada pela aterosclerose, a doença arterial periférica atinge pacientes com diabetes e estreita e endurece os vasos sanguíneos das pernas e dos pés, reduzindo o fluxo sanguíneo e levando a possíveis lesões dos nervos e de outros tecidos do corpo.

Prevenindo a aterosclerose evita-se a doença arterial periférica.

Doença carotídea

Também chamada de estenose carótida, a doença é uma variação da aterosclerose: trata-se do acúmulo de placas de gordura nas artérias carótidas, responsáveis por levar sangue ao cérebro. Consequentemente, a passagem de sangue, oxigênio e nutrientes para as estruturas cerebrais é dificultada, podendo resultar em um acidente vascular cerebral (AVC).

Como é uma variação da aterosclerose, os métodos de prevenção da doença carotídea são os mesmos mencionados anteriormente.

Doença arterial coronariana

É a principal causa de morte de pacientes com diabetes. Normalmente é notada em episódios de dor no peito (angina) ou infarto agudo do miocárdio.

Manter o diabetes controlado com o auxílio de um endocrinologista e consultar-se regularmente com um cardiologista (para realizar os exames de rotina necessários) são as melhores maneiras de evitar a doença arterial coronariana.