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7 fatos que você não sabia sobre automedicação

MIPs (medicamentos isentos de prescrição) são seguros, fazem parte do autocuidado recomendados pela OMS e mesmo os hospitais os utilizam nos pacientes

Na luta contra males e doenças menores, que muitas vezes são recorrentes e, eventualmente, já receberam orientação médica ou farmacêutica sobre como serem tratados, os MIPs (medicamentos isentos de prescrição) são os grandes aliados da população. Aqui estamos falando de combate à dor de cabeça, a resfriados e à má digestão, por exemplo.

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Além de facilitar a vida na hora de resolver um problema desse tipo, o uso de MIPs (mundialmente conhecidos como OTC - Over-The-Counter drugs) tem um papel social e econômico importante, pois ajuda a desafogar o sistema de saúde, já tão sobrecarregado. Os recursos que deixam de ser gastos para que um médico prescreva um remédio para resfriado podem ser direcionados ao tratamento de doenças mais complexas que exijam maior atenção e dedicação médica.

É importante esclarecer também que os MIPs são utilizados inclusive em hospitais. Os medicamentos isentos de prescrição médica também fazem parte do receituário de muitos médicos, que prescrevem MIPs para o alívio de sintomas. Em muitos casos, esses medicamentos são ministrados de maneira associada a outros produtos sob prescrição médica.

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Além do alívio de sintomas, MIPs também podem trabalhar a favor da prevenção de doenças. É o caso das vitaminas, que auxiliam no fortalecimento do organismo, seja ajudando a evitar uma incômoda gripe ou a conservar a saúde dos ossos, como é o caso das vitaminas C e D respectivamente.

Mas ainda há, no Brasil, muita confusão sobre o que são os MIPs e como eles podem ser usados. Acabe com suas dúvidas sobre o assunto conhecendo um pouco mais sobre a automedicação.

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1 - Automedicação não é sinônimo de autoprescrição

Este é o maior engano sobre o assunto: muitas pessoas acreditam que automedicar-se seja algo perigoso e relacionado ao uso indiscriminado de medicamentos que precisariam de receita para serem consumidos. Não é isso.

O problema está na confusão de termos. A prática incorreta de comprar e consumir remédios tarjados (com tarja vermelha ou preta) sem a receita ou prescrição de um médico é chamada autoprescrição e nunca é recomendada. A automedicação é a utilização responsável de medicamentos isentos de prescrição como uma prática de autocuidado e está alinhada com as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Para que um medicamento seja aprovado pelas autoridades sanitárias como MIP, são testados seu alto perfil de eficácia e segurança, seu baixo potencial de toxicidade e riscos, suas reações adversas com causalidades conhecidas e reversíveis após sua suspensão, seu baixo potencial de interações medicamentosas e alimentares e seu período curto de utilização, já que MIPs são medicamentos que aliviam sintomas e seu uso deve ser pontual, evitando o longo prazo. A exceção a essa determinação fica por conta das vitaminas, que podem ser usadas por um tempo maior.

2 - O farmacêutico é seu maior aliado no consumo responsável de MIPs

É imprescindível estar consciente e seguro da escolha de um medicamento isento de prescrição. Nessa missão, o farmacêutico é o profissional indicado para orientar o consumidor sobre forma de ação, benefícios e efeitos adversos, posologia, duração do tratamento, possíveis reações adversas, contraindicações e interações com outros medicamentos e alimentos.

3 - Medicamentos isentos de prescrição têm bula e rotulagem que devem ser seguidas

O fato de poder comprar um MIP sem receita médica não torna seu consumo "livre". É preciso seguir as instruções do rótulo e da bula e ter em mente que, se os sintomas persistirem, o uso do medicamento deve ser suspenso imediatamente e o médico deverá ser consultado.

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Caso o MIP seja comercializado em cartelas e não tenha bula presa ao produto, o consumidor pode solicitar um exemplar dela, que deverá estar disponível na farmácia, segundo regras da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Outra ferramenta importante os sites das marcas dos medicamentos, que também costumam conter informações importantes sobre seus produtos, assim como alguns aplicativos disponibilizados pelos laboratórios para o público consumidor.

4 - As vitaminas que você toma são MIPs

Além dos medicamentos usados por orientação do farmacêutico ou por terem anteriormente sido indicados por médicos, diversas vitaminas e antioxidantes usados como forma de prevenção e manutenção da saúde também podem ser MIPs, dependendo da dosagem ingerida. Em algumas situações, porém, elas precisam ser receitadas por um médico.

5 - A automedicação faz parte de um conjunto maior de autocuidado da OMS

A OMS estabeleceu o conceito de autocuidado para se referir à forma como as pessoas lidam com a própria saúde no sentido de prevenir e lidar com doenças. Este conceito engloba 7 pilares importantes na vida de todos:

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>> Clique aqui e saiba mais sobre os 7 pilares do autocuidado

6 - Mesmo sem receita, os MIPs não são consumidos de forma a levar a intoxicações

Dados do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas) mostram que os principais medicamentos causadores de intoxicação não são os MIPs, que estão ali à mão em qualquer farmácia, mas sim os antidepressivos, anticonvulsivos, anticoncepcionais, neurolépticos e ansiolíticos - todos com tarja e que necessitam de receita para serem comprados. Mas nem por isso o cuidado deve ser menor: o uso responsável de qualquer medicamento é obrigatório.

7 - MIPs também são usados em ambiente hospitalar

Os MIPs cumprem um papel importante no controle de sintomas que, em sua maioria, não apresentem grande risco para o paciente.

Por terem alto poder de alívio em casos de coriza, cefaleia, dores musculares, prurido nasal, resfriados, alergias, febre e mal-estar, entre outros, muitos MIPs são também utilizados em ambiente hospitalar para proporcionar maior conforto aos pacientes, inclusive receitados pelos próprios médicos responsáveis pelo tratamento.