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Mau hálito é mais comum em idosos? Especialista explica

Apesar de ser comum, o mau hálito pode servir sinal de alerta para outros problemas

Mau hálito é um assunto que preocupa a todos. O problema não escolhe quem irá atingir, podendo acometer homens e mulheres, jovens, adultos e idosos. Seja ao acordar, após a ingestão de alimentos ou depois de um longo período de jejum, o mau hálito é ser considerado como algo normal e, eventualmente, irá atingir 100% das pessoas.

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O odor ruim não é a doença, porém quando torna-se constante pode servir de alerta, mostrando que existe algo errado em algum lugar do organismo.

O mau hálito pode ter várias causas, mas o mais comum é o odor seja proveniente da boca. Contudo, também pode ocorrer por problemas das vias aéreas (laringite, amidalite, sinusite), dos pulmões, diabetes, doenças hepáticas, renais e câncer em algumas regiões. Os motivos citados, acontecem independentemente da idade.

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Por que o hálito parece piorar com a idade?

Como dito no início do artigo, a halitose não tem idade, mas é uma verdade que pessoas idosas são mais propensas a apresentarem mau hálito. Esse aumento na probabilidade de mau hálito, se deve ao fato de que idosos normalmente tomam mais medicações do que jovens, pois apresentam maior quantidade de doenças sistêmicas. Além disso, perda de dentes, próteses antigas e muitas vezes mal adaptadas e doenças periodontal. Todos os itens citados, podem levar ao mau hálito, independente da idade e por isso iremos falar um pouco mais nos motivos mais específicos em relação aos idosos.

Em relação aos medicamentos, a principal causa de mau hálito pode ocorrer devido ao uso de remédios que provocam xerostomia (boca seca) causada pela falta de saliva. É muito comum pacientes idosos relatarem essa secura na boca. Com a diminuição da saliva, que tem um importante papel na limpeza da cavidade bucal, aumenta a quantidade de biofilme dental (placa bacteriana), a língua ressecada passa a ter maior quantidade de rachaduras e reter maior quantidade de bactérias, a saburra lingual e irritação da garganta. Até a fala e deglutição do paciente passam a ser afetadas. Com maior quantidade de bactérias na região bucal, a probabilidade do mau hálito ocorrer é muito grande.

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O mau hálito pode ocorrer com qualquer pessoa que apresente alguma alteração sistêmica, bucal ou alguns tipos de doenças. Cabe aos profissionais de saúde e ao paciente realizar maior higienização bucal, visitas mais regulares ao dentista, troca de próteses porosas ou mal adaptadas e dentes que estejam retendo alimentos.

O que fazer aos primeiros sinais de mau hábito?

A prevenção sempre é a melhor maneira de se evitar problemas, apesar de todos concordarem com isso, poucos realmente seguem esse protocolo. Sempre existe possibilidade de tratamentos. No caso de doenças que não podem ser curadas, é essencial manter o tratamento adequado. Por exemplo, em casos de halitose por problemas bucais, podemos remover o que esteja causando o acúmulo de bactérias, aumentar a higiene bucal que o paciente faz em casa e também a quantidade de visitas ao consultório, para manutenção profissional desse controle bacteriano, avaliação e motivação do paciente para que continue com os cuidados caseiros. Já nos casos de falta de saliva é preciso procurar diretamente o que está causando, avaliar medicamentos e funcionamento das glândulas salivares.