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Vigilância ativa: entenda como funciona o método para câncer de próstata

Protocolo é indicado para portadores de câncer de próstata com menos de 75 anos e expectativa de vida maior do que 10 anos

Pequenos focos de câncer são encontrados com frequência durante o rastreamento do câncer de próstata. A doença também pode ser encontrada em situações em que a próstata foi removida para o tratamento de uma condição benigna, conhecida como hiperplasia prostática.

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Como esses tumores têm um crescimento lento, provavelmente não trarão qualquer ameaça à vida, especialmente em homens com idade avançada. Nesta situação, a simples observação e acompanhamento até o surgimento de algum sintoma pode ser a melhor estratégia.

Para homens mais jovens com longa expectativa de vida e que foram diagnosticados com doença de baixa agressividade, o protocolo de vigilância ativa é uma opção viável, segura e alternativa ao tratamento imediato.

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O que é a vigilância ativa?

A vigilância ativa é um programa de acompanhamento médico periódico, oferecido a homens com longa expectativa de vida, portadores de câncer de próstata de baixíssima agressividade, objetivando postergar ou evitar o tratamento da doença e os possíveis efeitos colaterais relacionados ao tratamento.

O protocolo pode ser interrompido ao detectarmos o crescimento da doença, aumento da agressividade, elevação acelerada do PSA ou o desejo do paciente em seguir para o tratamento definitivo

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Estudos na literatura médica indicam que a vigilância ativa é uma estratégia segura de acompanhamento quando oferecida à homens que se enquadram completamente nos critérios para inclusão.

A vigilância ativa não evita o crescimento ou progressão do câncer de próstata. Dessa forma, deve ser encarada como uma estratégia para evitar os efeitos indesejáveis do tratamento (incontinência urinária e impotência sexual) em homens jovens e ativos.

O acompanhamento regular através de exames laboratoriais, novas biópsias da próstata e avaliações pelo urologista são essenciais, podendo identificar sinais de crescimento da doença e propor o tratamento definitivo imediato.

Quando a vigilância ativa é indicada?

Protocolo pode ser utilizado para homens portadores de câncer de próstata com menos de 75 anos e expectativa de vida maior do que 10 anos, diagnosticados com doença de muito baixo risco e que aceitem integralmente o protocolo de vigilância ativa.

Como a vigilância ativa funciona?

A vigilância ativa consiste em visitas médicas a cada 3 ou 4 meses, além da repetição de exames de laboratório e imagem de forma regular. No início do acompanhamento costuma se repetir uma biópsia dentro de seis meses a um ano.

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Após esse período a biópsia costuma ser repetida a cada dois anos ou se houver alguma mudança no padrão de seus exames laboratoriais ou de imagem. Caso exista algum indício de que o câncer iniciou o crescimento de forma acelerada, o protocolo de vigilância ativa é interrompido e o tratamento imediato deve ser oferecido.

Pesquisadores do mundo inteiro ainda não chegaram a um consenso sobre qual o melhor protocolo a ser seguido. Mas o que se sabe é que homens que seguiram esse acompanhamento por aproximadamente 15 anos mostraram uma probabilidade de aproximadamente 3% de vir a morrer em decorrência do câncer de próstata. (1,2)

A vigilância é uma opção válida apenas para homens com câncer de próstata de baixíssima agressividade e com longa expectativa de vida. Melhorias nos exames de imagem e testes laboratoriais logo estarão disponíveis para uma avaliação mais detalhada do risco da doença progredir ou evoluir para forma mais agressiva com metástase.

Referências

1. Hamdy FC, Donovan JL, Lane JA, Mason M, Metcalfe C, Holding P, et al. 10-Year Outcomes after Monitoring, Surgery, or Radiotherapy for Localized Prostate Cancer. N Engl J Med. 13 de outubro de 2016;375(15):1415-24.

2. Klotz L, Vesprini D, Sethukavalan P, Jethava V, Zhang L, Jain S, et al. Long-Term Follow-Up of a Large Active Surveillance Cohort of Patients With Prostate Cancer. J Clin Oncol. 20 de janeiro de 2015;33(3):272-7.

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