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6 fatos indispensáveis para entender e controlar a asma

A asma é uma doença inflamatória crônica que precisa de tratamento contínuo

*Patrocinado por AstraZeneca

Falta de ar ou dificuldade para respirar, tosse, sensação de aperto e chiado no peito1. Esses sintomas são comuns quando falamos da asma, uma doença inflamatória crônica que atinge as vias aéreas1, causando estreitamento da passagem de ar, dificultando a respiração.

A resposta do organismo, ou seja, o fechamento do caminho do ar até os brônquios acontece quando há uma piora da inflamação devido à exposição de fatores irritantes e/ou desencadeantes, como poeira, mofo, poluição e perfumes; ou durante a prática de exercícios físicos e quando há mudança climática brusca2.

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Junto à rinite alérgica e à doença pulmonar crônica (DPOC), a asma, que atinge aproximadamente vinte milhões de brasileiros1 segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, está entre as doenças respiratórias mais comuns no país2.

Por ser recorrente aqui e em outros países, o dia 05 de maio foi escolhido como Dia Mundial da Asma, propondo assim mais discussão e aprendizado sobre o assunto. E, de fato, a melhor forma de enfrentar a doença é manter-se informado e seguir o tratamento corretamente, por este motivo separamos abaixo seis fatos essenciais para entender e controlar a asma. Confira!

1 - Há mais de um tipo de asma

De acordo com José Roberto Megda Filho, médico pneumologista e membro da Sociedade Respiratória Europeia (ERS), a doença é bastante variável. "A asma é uma doença muito heterogênea e apesar de ter o mesmo nome, tem vários tipos: asma alergia, eosinofílica, asma de início tardio e asma causada por obesidade", esclarece Megda.

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Ainda segundo o especialista, o tipo mais comum é a asma alérgica, que se beneficia de tratamentos à base de corticoide inalados, popularmente conhecidos como bombinhas. Mas, cada variação da doença precisa de um tipo certo de tratamento3, pois ainda pode variar de gravidade, por isso o acompanhamento médico é indispensável.

2 - Os sintomas da asma são diferentes do coronavírus

Entre os principais sintomas do coronavírus estão a tosse e a falta de ar, que também são indicativos da asma. Por outro lado, os demais sinais das doenças são distintos. Enquanto pessoas infectadas pelo COVID-19 apresentam febre, por se tratar de uma doença infecciosa, bem como dor no corpo, dor de cabeça e diarreia, um paciente com asma não os têm, então apresenta somente aqueles mais característicos como a falta de ar3.

"É difícil ver um paciente com COVID-19 que apresente somente a falta de ar, é mais comum a junção dos sintomas", ressalta José Roberto. Além disso, o médico faz um alerta importante: "quando um paciente com asma é infectado pelo coronavírus, é preciso manter o tratamento da asma. Caso ele tenha dificuldade de falar com o seu médico, a sugestão é manter o tratamento até conseguir falar com o especialista. Jamais suspenda a medicação".

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3 - O paciente com asma não está mais predisposto a contrair coronavírus

A principal preocupação em relação ao coronavírus é a contaminação, que acontece de maneira rápida. Neste contexto, um paciente com asma pode se questionar sobre as chances de contrair o vírus, mas o pneumologista esclarece que uma pessoa com quadro de asma não tem mais chances de se contaminar, o risco é igual ao de uma pessoa não asmática3.

Porém, José Roberto faz um alerta: "apesar disso, esse paciente tem mais chances de ter uma forma mais grave da doença. O risco é maior porque o COVID-19 é um vírus respiratório, ou seja, o paciente já tem dificuldade para respirar, tem os brônquios inflamados, então ao contrair a doença pode ter mais internação, necessitar de intubação e aumenta o risco de mortalidade. Por isso é fundamental manter o pulmão estável e controlado".

4 - O diagnóstico correto é fundamental para o quadro

Assim como em outras doenças, o diagnóstico precoce da asma é a melhor forma de garantir um controle mais adequado da doença. Porém, para chegar à conclusão do quadro, os médicos e os pacientes precisam de atenção.

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"O principal erro ao diagnosticar é que muitas pessoas, inclusive profissionais de saúde, confundem asma com bronquite, onde a bronquite é vista como um quadro 'mais leve'. Então o paciente tem, talvez, um diagnóstico de bronquite errôneo e tem a sensação de uma doença mais leve e consequentemente não acompanha com o especialista e não faz o tratamento contínuo", alerta o pneumologista.

O profissional também ressalta que esse erro no diagnóstico pode acontecer porque a asma e a bronquite são doenças com sintomas parecidos, então, para o diagnóstico correto, o melhor é a realização de exames como espirometria ou prova de função pulmonar3.

5 - A doença pode ser controlada com o tratamento contínuo

A melhor forma de controlar a asma é seguir o tratamento contínuo, de acordo com a orientação médica, pois, como existem diversos tipos de asma e graus de gravidade, a abordagem clínica é pensada pelo especialista para cada caso.

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"O tratamento mais comum é o corticóide inalado. Como o paciente tem uma doença inflamatória, pois a asma é uma enfermidade inflamatória, o melhor tratamento é corticoide, um tipo de anti-inflamatório. Alguns pacientes precisam de outros remédios inalatórios, como broncodilatadores, antialérgicos, anti-inflamatório sistêmico", explica o médico. Em casos mais graves, que são menos frequentes, os pacientes podem precisar de medicamento biológico injetável3.

6 - A asma deve ser encarada com seriedade

Uma das maiores dificuldades em relação ao tratamento da asma se dá por parte dos próprios pacientes, isso porque muitos ainda não a encaram como uma doença séria que, sim, precisa ser tratada corretamente para uma melhor qualidade de vida3, bem como outras doenças respiratórias.

Para o especialista José Roberto isso acontece, entre outros motivos, por falta de informação. "A asma ainda não é vista como uma doença séria pela falta de informação ao risco que ela traz. As pessoas acham que a asma não mata, que é uma doença benigna, ou seja, não tem medo da doença. Outro fator é: quando vamos tratar a asma e a bronquite, o paciente usa a bombinha e acha que só tem que usá-la quando tem sintomas; se não tem, acredita não precisa ir ao médico, diferente de outras doenças crônicas, como pressão alta, diabetes, tireoide que necessitam de medicamentos contínuos e os tratamentos são seguidos", ressalta.

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Portanto, lembre-se que conhecer os sintomas e investir no tratamento contínuo é a melhor forma de lidar e garantir qualidade de vida mesmo com a asma.

Referências:

1 - Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Asma. Disponível em: https://sbpt.org.br/portal/espaco-saude-respiratoria-asma/.

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2 - Ministério da Saúde. Asma: o que é, causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção. Disponível em: https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/asma.

3 - Entrevista realizada por telefone com José Roberto Megda Filho, médico pneumologista com título de especialista em Pneumologia concedido pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e membro da Sociedade Respiratória Europeia (ERS).

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