Falta de ar: especialistas indicam o que fazer para aliviar

A falta de ar pode ocorrer por diversas razões, exigindo atenção e cuidados especiais

A falta de ar, também chamada de dispneia, pode ocorrer em pessoas de diferentes idades e por diversos motivos. A intensidade do quadro varia de acordo com a causa, que pode ainda vir acompanhada de outros sintomas, como aumento da frequência cardíaca, tosse e náuseas.

Alguns fatores que podem causar a falta de ar, de acordo com a médica intensivista e pneumologista Alice Gallo de Moraes, são:

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De acordo com o médico pneumologista Julio Rodrigues, a frequência respiratória considerada normal em adultos é de 13 a 18 respirações por minuto. Se esse número chegar aos 25, mesmo com a pessoa em repouso, é um indício de que a respiração está num nível anormal.

Como melhorar a falta de ar

No geral, cada quadro precisa ser examinado com atenção para que se entenda o que iniciou a falta de ar, evitando o surgimento de complicações mais graves. Logo, um diagnóstico médico é a melhor forma de se encontrar o tratamento ideal para cada caso.

Porém, há algumas orientações que podem ser seguidas ao apresentar esse sintoma. De acordo com o médico cardiologista Roberto Andrés Gomez Douglas, membro titular da Sociedade Brasileira de Cardiologia, alguns fatores devem ser levados em consideração:

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Falta de ar por ansiedade

Quando a falta de ar está relacionada a quadros psíquicos, como estresse e ansiedade, o primeiro passo é tentar se acalmar. Apesar de parecer uma tarefa difícil num momento de crise, manter a calma é uma das opções mais eficientes para aliviar o quadro. Além disso, a pneumologista Alice Moraes indica respirações profundas e sair de situações ansiogênicas durante a crise.

Falta de ar por coronavírus

Para identificar se a falta de ar é consequência do novo coronavírus, é preciso checar outros sintomas que podem acompanhar o quadro. Antes de procurar um hospital, é imprescindível o uso precoce de máscaras, para que a transmissão para outras pessoas seja evitada.

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Nos casos mais graves da doença, o uso de oxigênio e respiradores é uma das alternativas utilizadas pelos médicos para tratar a dificuldade de respirar. Já os quadros leves devem ser controlados preferencialmente em casa com repouso, medicamentos que aliviem os outros sintomas e isolamento.

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