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Exercícios físicos podem melhorar sintomas de Asma

Eles auxiliam nas funções respiratórias e permitem uma respiração tranquila

Na asma, expirar é mais difícil do que inspirar. O ar aprisionado nos pulmões provoca a sensação de falta de ar. Essa sensação de falta de ar, associados a chiados, tosses e sensação de "aperto no peito" são os principais sintomas que podem aparecer a qualquer hora do dia, entretanto, é mais freqüente a noite, de madrugada ou o início da manhã.

Às vezes, a pessoa que sofre da doença pode apresentar somente tosse seca. Em alguns casos, os sintomas aparecem exclusivamente quando o indivíduo faz algum exercício físico ou até mesmo quando ri muito. É importante salientar que a ausência de sintomas não significa que o asmático esteja sem a presença de obstrução ou inflamação em seus brônquios.

Os exercícios respiratórios recomendados para esses pacientes têm por objetivo melhorar as funções ventilatória e respiratória. As atividades físicas motoras são importantes para a saúde física e mental dos pacientes de todas as idades, mas o asmático muitas vezes se sente menos capaz por falta de prática e não por incapacidade física.

Os exercícios são essenciais para as crianças, pois proporcionam as experiências básicas de movimento, importantes no seu desenvolvimento. Na adolescência, geralmente as atividades esportivas são mais intensas e competitivas e para a terceira idade recomenda-se a dança e esportes de menor impacto.

A participação regular em programas de atividades físicas pode aumentar a tolerância ao exercício e a capacidade de trabalho, com menor desconforto, redução de broncoespasmo e uma melhor qualidade de vida. A orientação adequada proporciona também uma série de benefícios, entre eles a melhora da mecânica respiratória, prevenção e correção de alterações posturais, melhora da condição física geral e prevenção de outras complicações pulmonares.

A medicação e os cuidados com o ambiente também devem ser realizados. Isso vale principalmente para as crianças, pois caso elas não tenham a doença controlada, não serão capazes de acompanhar e se beneficiar de um programa de exercícios físicos.

Adriana Marques Battagin é fisioterapeuta, especialista em fisioterapia cardiorrespiratória, mestre em geriatria e gerontologia e docente do curso de Fisioterapia da UNINOVE.

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