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Anticoncepcionais podem elevar o risco de depressão

Adesivo, anel vaginal e DIU com hormônio são os métodos que mais elevam as chances de depressão

Um estudo recente, realizado pela Universidade de Copenhague, constatou que mulheres que fazem o uso de contraceptivos hormonais possuem risco dobrado de desenvolver depressão. O estudo analisou 1.061.997 mulheres entre 15 e 34 anos, durante 14 anos, sem diagnóstico prévio de depressão, acompanhando sua saúde e medicamentos consumidos.

Como resultado, perceberam que as mulheres que utilizavam anticoncepcionais hormonais, principalmente adolescentes entre 15 e 19 anos, possuem grandes tendências a, posteriormente, tomarem antidepressivos ou serem diagnosticadas com transtornos de ansiedade e depressão.

Em análise do ranking dos métodos que mais causam depressão, a liderança é do adesivo, com um risco 100% maior, seguido pelo anel vaginal (60% de risco), DIU com levonorgestrel (40%), mini-pílula só de progesterona (34%). A pílula combinada ficou em último lugar, com um risco 23% maior de causar tais problemas.

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Já para adolescentes, a pílula eleva seu risco de desenvolver depressão a 80%. A mini-pílula eleva a 120%. Os pesquisadores alegam que ainda faltam estudos mais específicos para entender a relação entre contraceptivos com progesterona e a depressão, e acreditam que os riscos à saúde mental são subestimados pelos médicos na hora de receitar algum método. Eles ainda lembram que o risco de depressão é de conhecimento geral, tal qual essa informação encontra-se na bula.