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Pesquisa associa o vírus Zika com cegueira em bebês

Aproximadamente 30% das crianças infectadas pelo Zika apresentam algum tipo de problema na visão

A epidemia do vírus Zika vem se alastrando pelo mundo, fazendo vítimas mesmo fora das regiões mais afetadas. Um estudo cientifico, realizado por pesquisadores brasileiros e americanos, identificou dois casos de cegueira em bebês da Grande São Paulo relacionados ao vírus da Zika.

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O caso intrigou os pesquisadores devido ao fato das duas mães não terem apresentado na gravidez nenhum dos sintomas relacionados à Zika, como vermelhidão na pele e nos olhos, dores articulares e febre. Além disso, foram descartadas outras infecções que poderiam ter gerado a microcefalia e más-formações oculares nos bebês.

Em julho de 2016, os pesquisadores já haviam identificado e associado casos de problemas oculares em bebês com o Zika. Inicialmente, as lesões foram identificadas apenas na retina e nervo ótico, mas os pesquisadores descobriram que ela pode causar tipos de lesões que podem levar a cegueira: subdesenvolvimento do nervo óptico, degeneração da retina, excesso de pigmentação na região da mácula e outros.

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De acordo com o estudo, 30% das crianças que nascem infectadas pelo vírus da Zika apresentam algum tipo de problema na visão. A descoberta está relacionada a Síndrome Congênita da Zika, mostrando que o vírus tem um espectro maior e como várias outras doenças infecciosas, pode ter crianças que nascem sem microcefalia e apresentam lesão grave.

No ano anterior, no Estado de São Paulo foram identificados 12,6 casos de microcefalia para cada 100 mil habitantes, contra 407,7 do Rio de Janeiro. Esses dados geram uma hipótese de que existe uma ligação entre a síndrome e fatores sociais.

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Além disso, foram achados problemas radiológicos como ventriculomegalia (aumento das cavidades do cérebro), menor quantidade de giros e sulcos no cérebro e calcificações.