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Após diagnóstico de infecção, Bolsonaro tem alta adiada

O candidato à Presidência pelo PSL já iniciou o tratamento com antibióticos e segue em observação

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, teve sua alta adiada depois que foi constatado uma contaminação bacteriana no cateter colocado em seu braço. A expectativa era de que o presidenciável iria sair do hospital nesta sexta-feira (28/09). Ele está internado no Hospital Israelita Albert Einstein desde o dia 7 de setembro após levar uma facada em Juiz de Fora (MG) no dia 6.

O médico que está cuidando do caso do presidenciável, Antônio Luiz Macedo, disse ao jornal Estadão que a bactéria encontrada foi um "germe simples de pele, de fácil tratamento". Por esse motivo, Bolsonaro está tomando antibióticos e deve receber alta nos próximos dias.

Nesta quinta-feira (27/09), o hospital Albert Einstein divulgou um boletim médico informando que Bolsonaro não apresenta dor ou febre, não há disfunções orgânicas e os exames laboratoriais estão estáveis. Além disso, ele segue realizando exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular, alternados a períodos de caminhada.

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De acordo com a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), infecções em unidades de saúde no Brasil atingem entre 2% e 10% dos pacientes, variando de acordo com os hospitais. Entre os casos em que há infecção, de 10% a 15% acontecem pelo cateter.

Esses casos acontecem porque as bactérias da pele do paciente e do profissional podem infectar o cateter. Então, quando o acesso é retirado, os hospitais precisam fazer exames na ponta do cateter para observar se existe alguma infecção.

Para evitar uma infecção mais complicada, os médicos de Bolsonaro decidiram evitar a alta e observar a resposta ao tratamento.

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