SP inicia vacinação contra a COVID-19 em janeiro de 2021

Profissionais da saúde, idosos, indígenas e quilombolas serão os primeiros a receber a CoronaVac no Estado de São Paulo

A população do estado de São Paulo começa a receber a vacina da COVID-19 a partir de janeiro de 2021. O anúncio foi dado pelo governador João Doria em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (07), na capital paulista.

Durante o pronunciamento, Doria informou que a CoronaVac, imunizante desenvolvido pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, está programada para ser aplicada em idosos, profissionais da saúde, quilombolas e indígenas em um cronograma que será iniciado no dia 25 de janeiro de 2021.

A escolha do público-alvo para esta primeira fase da vacinação levou em conta a incidência de óbitos provocados pela doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). Segundo Regiane de Paula, coordenadora do controle de doenças da Secretaria Estadual da Saúde, 77% das mortes por COVID-19 em São Paulo foram de pessoas dentro desses quatro grupos.

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A previsão, de acordo com o governo paulista, é imunizar 9 milhões de pessoas neste primeiro momento. Além disso, a vacina não deve ficar restrita à população do Estado. Na coletiva, Doria afirmou que qualquer brasileiro que estiver em território paulista e requisitar o imunizante terá direito de receber uma dose.

"Não precisará comprovar residência em São Paulo. Vacinaremos todos que solicitarem ser vacinados", declarou. Para isso, o governador garantiu que o Estado também já organizou um esquema de logística e fornecimento de recursos para vacinar esse público, que inclui milhares de postos de vacinação e insumos, como agulhas e seringas, além de milhares de profissionais que trabalharão no projeto.

Programa de imunização em SP

A coordenadora do controle de doenças da Secretaria Estadual da Saúde, Regiane de Paula, informou ainda que o Programa de Imunização de São Paulo deverá se estender até o final de março de 2021. Isso porque a vacinação contra a COVID-19 se dividirá nas seguintes etapas:

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A vacina será aplicada em postos de saúde dos municípios do Estado e, caso necessário, também serão usadas as dependências de escolas, quartéis da polícia militar, estações de trem e terminais de ônibus. Farmácias e sistemas de drive-thru também devem fazer parte do plano de imunização.

Vacina aguarda liberação

Apesar de já ter sido confirmada no plano de imunização de São Paulo, a CoronaVac ainda está na terceira fase de estudos e precisa da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para, realmente, poder ser distribuída para a população.

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Os resultados da última etapa de testes da vacina estão previstos para serem divulgados até o dia 15 de dezembro, segundo revelou o diretor do Butantan, Dimas Covas, em coletiva de imprensa do último dia 3.

Até o momento, um estudo publicado no periódico científico The Lancet, a respeito das fases 1 e 2, indicou que a CoronaVac produz eficácia de 97% como imunizante contra o novo coronavírus em 28 dias após sua aplicação. Desta forma, a expectativa em torno da vacina é bastante positiva.

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