Plasma de recuperados reduz progressão da COVID-19 em idosos

Estudo argentino mostra como o material pode ajudar no tratamento contra o coronavírus

O plasma de pacientes recuperados da COVID-19 pode ser usado para prevenir a internação de pessoas idosas (grupo de risco para a doença do coronavírus), aponta um estudo publicado na revista científica New England Journal of Medicine por cientistas da Fundação Infant, na Argentina.

Segundo o estudo, randomizado e duplo-cego, foi coletado o plasma com o IgG (anticorpo Imunoglobulina G) de pacientes acima de 65 anos após 72 horas da manifestação de sintomas leves de COVID-19. A detecção do coronavírus foi feita a partir de exames de RT-PCR.

Para os testes com plasmas, uma parcela de voluntários foi submetida a 250 ml da substância enquanto outra parte recebeu a mesma quantidade de placebo. O que se observou ao longo do estudo foi que, dos 160 pacientes que participaram do estudo, apenas 38 (24%) continuaram a ter os sintomas de COVID-19.

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Dos 80 pacientes que foram submetidos ao plasma, 13 (16%) desenvolveram quadro severo de COVID-19. Já a outra metade do grupo, que recebeu o placebo, teve quase o dobro de casos graves: 25 de 80 (31%).

A conclusão do estudo foi que a administração precoce de plasma contra SARS-CoV-2 em idosos com infecção moderada diminuiu a progressão da Covid-19, reduzindo em 48% o risco de complicações de COVID-19 para idosos.

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