COVID-19: Anvisa aprova vacina Pfizer para uso no Brasil

Imunizante é o primeiro a ter autorização de registro no país - as demais estão aprovadas apenas para uso emergencial

A vacina da Pfizer/BioNTech foi aprovada nesta terça-feira (23) para ser usada no Brasil segundo a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o presidente da instituição, Antônio Barra Torres, o imunizante teve sua segurança, qualidade e eficácia aferidas e atestadas pela equipe técnica da Anvisa.

"Após um período de análise de 17 dias, a Gerência Geral de Medicamentos, da Segunda Diretoria, concedeu o primeiro registro de vacina contra a COVID-19, para uso amplo, nas Américas. Esperamos que outras vacinas estejam em breve sendo avaliadas e aprovadas", declarou Barra Torres em reunião pública da Anvisa transmitida no Youtube.

A vacina da Pfizer/BioNTech é a primeira vacina com registro contra COVID-19 no Brasil. Até o momento, os demais imunizantes receberam autorização da Anvisa para uso emergencial apenas.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Com a aprovação do registro da vacina da Pfizer o produto pode ser aplicado e fazer parte do Plano Nacional de Imunização contra a COVID-19.

Vacina da Pfizer/BioNTech: como funciona?

A vacina da Pfizer/BioNTech é um dos imunizantes que utiliza a revolucionária técnica de RNA mensageiro como base de ativação do sistema imunológico. O RNA mensageiro consiste em um fragmento do material genético que contém a fórmula da síntese proteica de organismos. Ao se conectar a outro tipo de RNA, o transportador, ambos realizam a produção de proteínas.

"Enquanto uma vacina tradicional usa vírus inativados ou atenuados, as de RNA mensageiro utilizam um pequeno fragmento do código genético do vírus, envolto em camada lipídica, formando nanopartículas que são injetadas no paciente. Isso não é capaz de causar uma infecção, mas pode ser suficiente para que as nossas células, ao absorverem esse código genético, passem a produzir uma proteína que existe na superfície do vírus, para gerar, então, uma resposta do sistema imunológico", explica João Prats, infectologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

A ideia da fórmula consiste, portanto, em usar a "receita" da proteína S, uma estrutura-chave do coronavírus, para ativar a resposta imunológica do organismo.

Coronavírus

Usar duas máscaras reduz contaminação por COVID-19 em 95%

Fabricante não recomenda uso da Ivermectina contra COVID-19

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

16 métodos de prevenção contra o coronavírus