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Conheça três novidades no tratamento do melasma

Laser mais fraco e medicamentos orais podem ajudar na redução do problema

O melasma é uma hipermelanose adquirida caracterizada pelo aparecimento de manchas acastanhadas localizadas principalmente no rosto. Ocorre preferencialmente em mulheres hispânicas e asiáticas e em cerca de dez por cento dos homens.

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As manchas aparecem em áreas expostas, são extensas e sem delimitação. O melasma pode ser dividido em malar (nas maçãs do rosto), centrofacial e mandibular, conforme a região em que aparece. Ele pode aparecer ou piorar na gravidez, e neste caso é chamado de cloasma gravídico. O diagnóstico do melasma é essencialmente clínico, podendo ser classificado em superficial ou profundo conforme o local do excesso do pigmento. A lâmpada de Wood, que emite luz ultravioleta incidindo na pele, realça o melasma epidérmico e mascara o melasma dérmico.

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Um exame chamado histopatológico releva nos casos de melasma epidérmico, com depósito aumentado de pigmento através de toda epiderme. O melasma dérmico é caracterizado pelo depósito de melanina ao redor dos vasos superficiais e profundos. O problema também pode ser misto com excesso de pigmento na epiderme em certas áreas e na derme em outros.

Tratamentos novos

Hoje há uma tendência em utilizarmos fitoterápicos e vitaminas para o tratamento do melasma. Uma novidade é o Polypodium leucotomos, que é um ativo de uma planta da Costa Rica muito eficaz em proteger a pele dos raios ultravioleta. Este é um agente anti-inflamatório, que protege do dano celular e tem propriedades calmantes.

Outra opção é o ácido tranexâmico, substância que que bloqueia a conversão do plasminogênio em plasmina, substância que causa a hiperpigmentação do melasma, inibindo sua formação. O uso do ácido tranexâmico pode ser por via oral, que age na plasmina, evitando a formação de agentes inflamatórios que causam estímulo negativo ao melanócito. Esta substância também é usada em injeções intradérmicas e em cremes na concentração de 3 a 5%.

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O laser Q-Switch libera energia muito mais baixa, até 3mJ. Quando usamos outros lasers ou mesmo a luz pulsada, geralmente a energia é bem maior, cerca 30-100mJ, liberando muito mais calor. Esse laser emite muito pouco calor e não estimula a geração de melânina. Além disso, o pulso é bem mais rápido. Enquanto os outros lasers emitem em milesegundos, o laser Q-Switch emite em nanosegundos.

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A combinação de energias baixas e pulso muito rápido faz com que o pigmento melânico seja destruído pelo movimento e não libera calor significativo. Desta forma, o efeito rebote não ocorre. Os protocolos com o laser de tratamento do melasma têm evidenciado que com 12 a 15 sessões semanais é conseguido um efeito clareador.

Mesmo com tantas novidades, o uso do filtro continua sendo importante, porém mantemos a pele mais clara por mais tempo e sem o perigo do efeito rebote. A cura do melasma, ainda não existe, porém os resultados e a possibilidade de manutenção trazem esperanças para as pacientes.

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