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Câncer de próstata: quais as vantagens do exame de toque e PSA?

Diagnóstico precoce facilita o tratamento, mas os testes podem falhar

Diagnosticar precocemente um câncer potencialmente letal ou ainda suas lesões precursoras são os principais objetivos de um exame de rastreamento. No caso do câncer de próstata (CaP), os dois exames que se demonstraram eficazes e custo-efetivos foram a dosagem do PSA (do inglês, prostatic specific antigen) e o toque retal.

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No entanto, devido a resultados conflitantes em estudos publicados nos últimos anos, o rastreamento do câncer de próstata não é consenso na comunidade médica. Existe uma série de prós e contras que devem ser discutidos com o paciente:

Prós:

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Contras:

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Uma vez discutidos os prós e contras dos exames de rastreamento, alguns aspectos devem ser discutidos:

A idade na qual os exames de rastreamento devem ser indicados variam conforme o risco da doença. Para a população geral, sem fatores de alto risco, a idade indicada é a partir dos 50 anos. Naqueles com critérios de alto risco (afrodescendentes, familiares de primeiro grau de um caso de CaP com < 65 anos) está recomendado o rastreamento aos 45 anos.

Admite-se que o risco de diagnóstico de câncer de próstata durante a vida é de 16,4% e de óbito, 3,7%. Sendo assim, a maioria dos casos de CaP não trará repercussão na vida do paciente, gerando apenas ansiedade com o diagnostico. Hoje em dia a vigilância ativa tornou-se uma estratégia cada vez mais adotada na prática clínica. É utilizada naqueles casos em que o tumor se mostra inicial e com um perfil de baixa agressividade e consiste em exames periódicos de PSA e novas biópsias a fim de detectar uma mudança no comportamento da doença, momento o qual seria conduzido o tratamento habitual (cirurgia ou radioterapia).

Naqueles tumores mais indolentes, o tempo de duplicação celular é de cerca de 2 a 4 anos, levando em média 15 anos para atingir 1 cm3. Sendo assim, o profissional de saúde deve atentar para o momento de suspender o rastreamento - naqueles pacientes que estão assintomáticos e que possuem uma expectativa de vida inferior a 10 anos. Suspender o rastreamento baseado na expectativa de vida parece mais coerente que se basear em uma idade exata, visto as diferencias regionais, étnicas, comodidades e história familiar.

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