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Toxina botulínica pode perder o efeito com o tempo?

Essa resistência é rara, mas quando ocorre, mesmo as toxinas botulínicas B podem ser usadas

Existem vários tratamentos dermatológicos para melhorar as rugas. Costumamos dizer que dependendo do resultado que se deseja e do caso clínico, quanto mais agressivo o tratamento (concomitantemente maior a taxa de complicações), melhor o resultado.

Há, no entanto, uma tendência mais moderna que é o tratamento do envelhecimento com técnicas que não afastam os pacientes do trabalho, que não tenha um período pós procedimento muito complicado (com inchaço, vermelhidão, formação de crostas, cicatrizes) e que traga um resultado visível, imediato e de poucos riscos. São as técnicas chamadas pelos americanos de "lunch time", termo em inglês para hora do almoço.

Por essas razões, segundo as estatísticas da Associação Americana de Cirurgia Plástica, a toxina botulínica é de longe a mais utilizada na atualidade para o tratamento das rugas, mais do que as três outras maiores opções: o laser, os preenchimentos e a microdermabrasão.

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Mas o efeito da toxina botulínica diminui com o tempo?

A durabilidade da toxina botulínica gira em torno de 80 a 120 dias. Tudo depende da técnica utilizada, da marca, da quantidade do produto injetado e das características dos pacientes, incluindo seu grau de envelhecimento e seus hábitos no dia-a-dia.

A toxina botulínica atua na placa do nervo que se junta ao músculo. A substância impede que as informações para ativar o movimento do músculo cheguem e assim traz como resultado o relaxamento da musculatura de expressão facial. Como há formação de novos terminais nervosos para suprir esta modificação química, os movimentos começam a retornar paulatinamente.

É um mito se dissermos que o efeito reduz com o tempo. Isso é um fenômeno muito raro, que depende muito da dose e frequência da utilização da toxina e ocorre em até 0,04% especialmente nos pacientes que tratam doenças e sequelas neurológicas e que recebem grande quantidade desse medicamento, ao contrário do estético. Além disso, não há relatos desse tipo de alteração quando investigamos profundamente os pacientes na área da terapêutica aonde há uma sequência padronizada nas doses injetadas.

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Nos raríssimos casos em que há uma real formação de anticorpos, o paciente terá falta de resultado com qualquer marca de toxina botulínica e no momento, nem mesmo a toxina botulínica B (a que é usada para os tratamentos é a do tipo A) consegue resolver o problema. Não há outro produto que possa substituir a toxina botulínica do tipo A na atualidade.

É preciso ressaltar que a toxina botulínica no mercado brasileiro não pode ser generalizada apenas para a marca Botox®, pois há outras como o Dysport®, o Xeomin®, o Prosigne®, o Botulift. É muito importante ter esse conhecimento pois nenhuma das toxinas botulínicas é igual a outra, inclusive na durabilidade, segurança e resultados estéticos.