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Mudança de cor nos dedos pode indicar Fenômeno de Raynaud

Frio intenso, estresse e doenças associadas podem desencadear o Fenômeno de Raynaud

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O fenômeno de Raynaud é uma arteriopatia funcional caracterizada pelo estreitamento dos vasos que formam a microcirculação. Isso provoca mudança de cor em algumas extremidades do corpo, como mãos, pés, ponta do nariz, lóbulo da orelha e lábios, que tendem a ficar bastante pálidos - muito brancos mesmo, parecendo cera. Depois, essas regiões podem ficar azuladas, quase roxas e, por último, avermelhadas.

Fatores como exposição ao frio intenso ou altos níveis de estresse costumam desencadear essa condição, embora também possa estar associada à outras doenças. No Brasil, onde as temperaturas não são tão baixas, o fenômeno de Raynaud é mais raro, e observamos nos consultórios que a última opção é a mais recorrente.

Entre as doenças que podem estar associadas ao fenômeno de Raynauld estão as do tecido conjuntivo, como esclerodermia, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome de Sjögren; hematológicas como policitemia; endócrinas como hiperparatireoidismo; psicomáticas, do sistema nervoso e vascular.

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Foto: Shutterstock/Twinschoice
Foto: Shutterstock/Twinschoice

O diagnóstico é feito por exame clínico, estudo laboratorial, exame vascular completo e ultrassom vascular. Além disso, se possível, pode-se tentar desencadear o fenômeno por meio de frio intenso no momento da consulta.

O fenômeno de Raynaud não tem cura, mas, com cuidados simples, pode-se conviver com o problema tranquilamente. O tratamento na grande maioria dos casos é clínico, baseado em medidas de prevenção à exposição ao frio, como o uso de luvas, meias de lã e cachecol. Pessoas sabidamente portadoras do problema e que possivelmente serão expostas às baixas temperaturas numa viagem internacional, podem, inclusive, usar medicações vasodilatadoras (desde que prescritas pelo médico) para evitar o fenômeno.

Reconhecer a doença de base, se for o caso, e tratá-la adequadamente com antecedência é igualmente importante. Emoções podem ser controladas com o uso de ansiolíticos se o profissional da saúde julgar necessário.

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Vale também evitar o uso de medicamentos anti-histamínicos (para alergias respiratórias), para enxaqueca e narcóticos, pois causam vasoconstrição. Parar de fumar é indispensável.