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Tipos de miomas uterinos: conheça as características e sintomas

Veja como diagnosticar e tratar os diferentes tipos de miomas!

Você sabia que os miomas uterinos podem estar localizados em diferentes regiões do útero? Que por isso possuem características, sinais e sintomas diferentes? Entenda um pouco mais sobre eles!

Os miomas são nódulos benignos que surgem da célula muscular lisa do miométrio (parede do útero) e como o órgão é, de maneira geral, preenchido por musculatura, pode-se compreender porque eles aparecerem em qualquer parte do órgão.

Os miomas podem ser divididos em 3 tipos de acordo com sua localização no órgão: subserosos, intramurais e submucosos. Para facilitar o entendimento, pensemos no útero como um abacate sem o caroço. Veja as divisões:

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Eles podem ser também classificados como pediculados, intracavitários e transmurais. De maneira geral, os pediculados são ligados por uma ponte estreita, como se estivessem pendurados na parte externa do útero (casca do abacate), os intracavitários seriam os pediculados submucosos (completamente dentro da cavidade uterina) e os transmurais são aqueles que vão desde a parte externa, passam pela parede e chegam na parte interna do útero (em geral são bem grandes).

Mulheres cujas mães ou irmãs tiveram/têm miomas e mulheres negras têm maior predisposição ao surgimento dos nódulos. A posição do mioma, porém, nada tem a ver com qualquer fator de risco.

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Muitas mulheres não apresentam quaisquer sinais ou sintomas. Outras, entretanto, podem apresentar:

Esses sintomas podem ser mais ou menos comuns a depender da localização do mioma:

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O diagnóstico é feito através da história clínica, do exame físico e pode ser complementado com a ultrassom pélvico e transvaginal. Outros exames também estão disponíveis em casos selecionados tais como ressonância magnética, histeroscopia, histerossalpingografia e histerossonografia.

Tratamento para miomas

O tratamento é muito variável e leva em consideração sintomas, localização e tamanho dos miomas, desejo reprodutivo e desejo da mulher. Na maioria das vezes o tratamento clínico (com hormônios ou anti-inflamatórios) pode ser suficiente para controle do quadro. Para aqueles casos em que não há melhora com o tratamento clínico deve-se avaliar alguma intervenção tal como cirurgia convencional ou outros métodos menos invasivos de "destruição" desses miomas (ultrassom focal com auxílio de ressonância, embolização de artérias uterinas e miólise).

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Em relação à cirurgia convencional, existem vários tipos e técnicas e cada uma tem suas indicações. Pode-se fazer a retirada somente dos miomas (miomectomia) ou pode-se optar pelo tratamento mais definitivo que consiste na retirada do útero (histerectomia).

As vias de acesso cirúrgico são a "aberta" ou laparotômica ou as minimamente invasivas (laparoscópica e robótica) para os miomas subserosos, intramurais ou submucosos profundos e grandes ou para aquelas pacientes que optam pela histerectomia. Em alguns casos, a histerectomia pode ser feita também por via vaginal.

Para os miomas submucosos e intracavitários existe a opção da cirurgia histeroscópica, que faz a retirada do mioma de dentro da cavidade com o auxílio de uma câmera via vaginal (histeroscópio) e que não deixa marcas visíveis. Outra opção cirúrgica para quem não deseja mais filhos é a ablação endometrial, feita também por histeroscopia, que permite a destruição do endométrio (a camada interna do útero que descama na menstruação) e pode ajudar a controlar o sangramento.

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O mais importante para o sucesso do tratamento é a individualização. Essas mulheres devem ser vistas por completo e não como úteros que sangram ou causam dor. A relação deve ser de extrema confiança e respeito, principalmente aos medos, desejos e escolhas de cada uma.