Gripe x coronavírus: saiba as diferenças e como se prevenir

A análise dos sintomas é essencial na hora de identificar o vírus; entenda como é feito o diagnóstico

Conteúdo atualizado em 11/12/2020

Com mais de 6 milhões de casos confirmados no Brasil e quase 70 milhões de /ocorrências no mundo todo, os efeitos do novo coronavírus continuam sendo analisados e estudados por cientistas de diversos países.

Apesar do alto número de informações já descobertas sobre a COVID-19, ainda é possível que os sintomas de uma gripe comum se confundam com os sinais da enfermidade relacionada à nova epidemia.

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Sintomas do coronavírus

Os principais sintomas provocados pelo novo coronavírus são, de acordo com o Ministério da Saúde:

Entre esses sintomas listados, alguns não costumam ser recorrentes em todos os pacientes que enfrentam a doença. Além disso, de acordo com João Prats, infectologista do hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, há alguns sinais mais atípicos de COVID-19, que são:

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Por não possuir sinais específicos, em casos de suspeita, só é possível confirmar a contaminação pelo vírus através de exames laboratoriais. As opções mais utilizadas são:

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Como forma de controlar a pandemia, a atual recomendação do Ministério da Saúde é que o paciente, ao perceber os primeiros sinais da doença, procure ajuda médica imediata em Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou UPAS de sua cidade.

Além de ajudar a confirmar o diagnóstico, esta ação faz com que o paciente inicie o tratamento o mais rápido possível e também contribui para que o vírus não continue sendo transmitido para a população em geral.

Diferença entre gripe e coronavírus

A gripe, também chamada de influenza, é um dos tipos mais populares de infecção respiratória. Os sintomas da gripe são:

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Raquel Muarrek, infectologista da Rede D'or, conta que, enquanto a influenza pode ser identificada dois dias após o seu surgimento, o novo coronavírus possui um quadro mais arrastado. Outra questão é que o SARS-CoV2 pode gerar mais casos graves do que a gripe.

Além disso, apesar da gripe apresentar sintomas muito semelhantes à COVID-19, o que levanta suspeitas da infecção pelo novo coronavírus são alguns critérios epidemiológicos. Manuel Palácio, infectologista do Hospital Anchieta, explica dois fatores diferenciais avaliados na hora do diagnóstico:

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Contato com contaminados: Ter tido contato direto com pessoas diagnosticadas com COVID-19 nos últimos 14 dias.

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Contato com suspeitos de contaminação: Ter tido contato com pessoas que estão em isolamento domiciliar com suspeita de COVID-19.

Alguns grupos de pessoas ainda apresentam maior possibilidade de evolução no quadro do novo vírus, exigindo um acompanhamento mais intenso da equipe médica. Nesse grupo estão: idosos, pacientes com comorbidades como doenças reumatológicas ou autoimunes, HIV, pacientes com neoplasias ou qualquer doença que mexa com o sistema imunitário.

Como se prevenir do coronavírus

Casos suspeitos ou não de contaminação por COVID-19 devem seguir as orientações divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar o aumento da disseminação do novo coronavírus. Algumas das medidas preventivas mais recomendadas são:

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