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8 métodos alternativos para aliviar efeitos da quimioterapia

Conheça estratégias que ajudam a amenizar os impactos do tratamento quimioterápico ao corpo

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A quimioterapia é um tipo de tratamento contra o câncer que utiliza substâncias para combater células doentes no organismo. Ela utiliza a aplicação de medicamentos anticancerígenos que interferem no ciclo das células tumorais com a finalidade de eliminá-las.

A quimioterapia durante o tratamento do câncer pode ser usada de forma adjuvante, no estágio pós-cirúrgico, mas também pode ser usada em casos de pacientes com metástases para que haja controle da evolução do câncer. Quando é utilizada simultaneamente com a radioterapia, a intenção é que um tratamento potencialize o outro.

Um dos empecilhos do métodos, porém, é que ele traz muitos efeitos colaterais ao corpo, como náuseas, vômito, diarreia, perda de apetite, fraqueza, perda de cabelo, entre outros sintomas, como:

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Para aliviar os efeitos colaterais da quimioterapia, é possível recorrer a métodos alternativos que tornam menores os impactos do tratamento ao corpo. Listamos alguns deles a seguir.

Métodos alternativos para aliviar os sintomas da quimioterapia

Maconha medicinal

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O uso da Cannabis sativa, a maconha, é uma opção para aliviar os efeitos da quimioterapia, como náuseas, vômitos e anorexia. Isso porque substâncias encontradas na planta, como o THC, quando administradas na dose correta, podem promover sensações analgésicas. O CBD, conhecido como canabidiol, é outra substância presente na Cannabis que ajuda com os sintomas e com a melhora do sono.

No Brasil, o uso da Cannabis é regulamentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "É necessário o médico ter uma inscrição na Anvisa para a prescrição da medicação rotineiramente. É importante também que pacientes reportem o uso da Cannabis ao médico, mesmo que ela não tenha sido prescrita, para que ele tenha noção dos efeitos que o paciente possa ter", indica Manoela Arruda Spada, oncologista da DaVita Serviços Médicos.

Sorvete do bem

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Bebidas e alimentos gelados são uma alternativa para quem passa pela quimioterapia. Pensando nisso, uma equipe de nutricionistas da Universidade Federal de Santa Catarina desenvolveu o chamado , uma sobremesa que funciona como suplemento alimentar e alivia os sintomas de quem luta contra o câncer.

"O principal objetivo da criação desse produto é proporcionar aos pacientes o consumo de um alimento saboroso e nutritivo, que contemple não apenas a questão nutricional, pois ele tem alta densidade energética e é fonte de fibras e de proteínas, mas que também seja saboroso e que contribua com a redução dos efeitos colaterais da quimioterapia, proporcionando um tratamento mais humanizado", explica nutricionista Paloma Mannes, uma das desenvolvedoras do produto.

O sorvete leva açúcar orgânico, a polidextrose, que é uma fibra solúvel, a proteína isolada de soro de leite, mais conhecido como whey protein, e o azeite de oliva sem sabor. É possível adquiri-lo pelo site da fabricadora.

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O cuidado, porém, em relação ao sorvete, é quanto à interação do sorvete com alguns medicamentos usados na quimioterapia, pois há remédios que não podem ter contato com o gelado. "É sempre necessário perguntar ao médico. Na grande maioria já damos essa orientação na primeira consulta. De todo modo, o gelado pode ajudar na prevenção de mucosite (inflamação na boca) e alguns pacientes podem chupar gelinho, sorvete e gelos para evitar aftas", diz a oncologista.

Gengibre

O uso do gengibre é uma terapia que ajuda a aliviar a sensação de náusea, vômito, gosto ruim que fica na boca durante a quimioterapia e o excesso de salivação. A indicação é usar o gengibre em chás, sucos, em pedaços para mascar ou mesmo em cápsulas.

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Água aromatizada

Como recomendação para o tratamento com quimioterapia, Manoela indica que as pessoas que estejam passando pelo processo bebam muita água durante todo o período. Para diversificar a bebida, uma alternativa é saborizá-la e aromatizá-la com rodelas de gengibre, limão, hortelã e outras frutas e ervas.

Temperos

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Pacientes em tratamento quimioterápico tendem a perder o apetite. Para deixar o paladar mais aguçado, procure enxaguar a boca com água ou chá de camomila antes das refeições. "Se não existirem feridas na boca, balas azedas ou ácidas e alimentos ácidos também realçam o paladar, assim como manjericão, orégano, hortelã e outros temperos naturais", aconselha o nutricionista Vitor Rosa.

Não usar talheres

Para aliviar o gosto metálico da boca, uma opção é substituir o uso de talheres tradicionais pelos descartáveis ou então dispensar o uso do objeto em alimentos que permitam a utilização das mãos nas refeições.

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Laserterapia

Uma alternativa para tratar as feridas na boca (mucosite) é a laserterapia, um método que utiliza de feixe eletromagnético que incide sobre uma área do corpo. Segundo a oncologista, o tratamento pode ser feito por cirurgiões dentistas ou um bucomaxilos

Medicina personalizada

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Muitas quimioterapias podem ser revistas se elas trazem efeitos colaterais em demasia. "As doses podem ser reavaliadas ou reduzidas", diz Manoela. Existe, também, a possibilidade da medicina personalizada, com base na determinação genômica.

"Determinamos o tratamento farmacogenômico da pessoa e conseguimos determinar geneticamente como ela tolera os medicamentos. Se ela vai ter mais diarreia, neutropenia (diminuição de neutrófilos no sangue), neuropatia (perda de sensibilidade e formigamento), náusea e vômito. Isso tudo pode ser alterado através da análise genômica", indica a médica.

Crioterapia

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A crioterapia é um tratamento que submete o corpo a baixas temperaturas e que pode ser aplicada para reduzir a queda dos fios durante a quimioterapia. Neste caso, a pessoa usa uma touca gelada, podendo chegar a até -20 ºC, que resfria o couro cabeludo e leva à contração dos vasos sanguíneos, fazendo com que as substâncias da quimioterapia não cheguem à cabeça, dificultando a queda de cabelo.

Para que o efeito da crioterapia na quimioterapia aconteça, a pessoa começa o resfriamento cerca de 20 minutos antes da quimio, continua a realizá-la durante a sessão e por mais 90 minutos após seu término. Para a eficácia completa, é indicado fazer o uso da touca em todas as sessões de quimioterapia

Embora os resultados sejam animadores, nem sempre a crioterapia pode dar certo. "Em casos de quimioterapia vermelha as chances de eficácia são de 45%, já em casos de quimioterapia branca (taxol) as chances aumentam para 85%", indica Daniel Gimenes, oncologista do Centro Paulista de Oncologia - CPO (Grupo Oncoclínicas).

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