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Neoplasia: o que é, tipos, sintomas e tratamentos

As causas de neoplasia podem variar de acordo com a localização do tumor; entenda a diferença entre neoplasia maligna e benigna

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O que é neoplasia

A neoplasia é definida como uma massa de tecido anormal que pode surgir em diferentes partes do corpo. Também chamada de tumor, essa doença possui características específicas de acordo com o local de aparecimento, além de poder apresentar ritmos de crescimento e riscos diferentes.

Diferença entre neoplasia, tumor e câncer

Foto: shutterstock/SciePro
Foto: shutterstock/SciePro

A neoplasia é um termo amplo, englobando todo crescimento acelerado de tecido. O câncer ocorre quando o desenvolvimento dessas células é agressivo, criando a capacidade de afetar outros órgãos. Já o tumor, quando benigno, não é considerado câncer por apresentar uma proliferação mais lenta das células, não trazendo riscos à saúde.

De acordo com o médico oncologista Artur Malzyner, o grau de malignidade de uma neoplasia é definido como maior ou menor de acordo com as aspectos de crescimento, que pode ser excessivo ou desordenado. Alguns fatores observados no diagnóstico são:

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Tipos de neoplasia

Neoplasia maligna

O médico oncologista Flavio Augusto Ferreira explica que as neoplasias malignas, também chamadas de câncer, são resultado de uma proliferação celular anormal, com uma estrutura diferente do tecido original. Por este motivo, apresentam a capacidade de invadir tecidos adjacentes e acometer órgãos que estão distantes, causando as metástases.

Neoplasia benigna

Já os tumores benignos apresentam o aspecto morfológico, ou seja, a estrutura, semelhante ao tecido onde se encontram. Elas não possuem a capacidade de invadir outros tecidos ou órgãos (metástases), além de apresentam crescimento lento e bom prognóstico.

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Neoplasia pulmonar

O câncer de pulmão está entre os principais tipos de câncer no mundo e configura a principal causa de morte por câncer nos dias atuais. Tem como principal fator de risco o tabagismo ativo e passivo. É considerado uma neoplasia agressiva, contendo apenas 16% dos casos diagnosticados em estágio inicial.

Neoplasia intraepitelial

A neoplasia intraepitelial é uma alteração celular que precede o aparecimento da neoplasia invasiva (câncer). O tipo mais comum são as neoplasias intra epiteliais de colo uterino, que precedem durante anos o aparecimento do câncer na região, podendo serem vistas na citologia coletada durante o exame de papanicolau. O seu diagnóstico e tratamento pode evitar o aparecimento de neoplasia invasiva.

Causas

Não há uma causa específica que possa definir o surgimento de tumores. Os especialistas explicam que a neoplasia é uma doença multifatorial, podendo ocorrer por fatores genéticos, hereditários ou externos, que podem gerar uma predisposição para o desenvolvimento da doença.

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Alguns fatores externos que foram associados ao câncer através de estudos são:

Sintomas

As diferentes causas e tipos de neoplasia dificultam a definição de seus sintomas, que podem variar de acordo com a área afetada ou serem até mesmo inexistentes, principalmente nos casos de tumor benigno. No geral, alguns sintomas que já foram observados são:

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O diagnóstico preciso deve ser feito por um médico, levando em consideração que os sintomas podem ter relação com diversos tipos de doenças e condições. Exames de rotina ou preventivos, como o papanicolau, são capazes de identificar alterações no corpo decorrentes de uma neoplasia.

Neoplasia tem cura?

A cura da neoplasia está relacionada, principalmente, com o estágio em que foi feito o diagnóstico e o tipo de tumor presente. A descoberta precoce do câncer é um dos fatores que elevam a chance de cura dos pacientes, além de um tratamento adequado para cada quadro.

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"Quando diagnosticado tardiamente, as chances de cura são menores, entretanto, vale ressaltar que mesmo diante de um câncer incurável, o tratamento é necessário por possibilitar o aumento do tempo de vida, proporcionando, na maioria das vezes, melhor qualidade de vida", explica o oncologista Flavio Augusto Ferreira.

Tratamento

Normalmente, a neoplasia benigna não requer tratamento. O oncologista Artur Malzyner conta que, já no caso dos tumores malignos, há uma série de tratamentos disponíveis, que eventualmente podem ser combinados entre si, como:

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Prevenção

Por apresentar diferentes causas que capacitam o surgimento da doença, a neoplasia não possui uma fórmula para sua prevenção. Os agentes causadores do tumor podem ser genéticos ou hereditários, impossibilitando o controle da mutação dos tecidos humanos.

Entretanto, a mudança de alguns hábitos pode auxiliar na prevenção da neoplasia causada por fatores externos, sendo algumas possíveis ações:

Alimentação saudável: ter uma dieta rica em alimentos de origem vegetal e, se possível, orgânicos, ajuda a diminuir o consumo de substâncias químicas com potencial cancerígeno. Além disso, estudos já concluíram que o excesso de carnes processadas também pode aumentar o risco de câncer.

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Controle de vícios: o tabagismo e o alcoolismo são fatores de risco, aumentando a chance de surgimento de neoplasia.

Uso de protetor solar: evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h da tarde e fazer uso de protetor solar com FPS 30 são atitudes que previnem o câncer de pele.

Acompanhamento médico: a realização de exames anuais e de acordo com a idade pode rastrear e detectar lesões pré-malignas ou neoplasias em estágio inicial, aumentando as chances de prevenção ou cura da doença.

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Fontes

Flavio Augusto Ferreira, oncologista clínico, médico titular do departamento de oncologia torácica e cabeça e pescoço do Hospital de Amor, CRM SP 172311

Artur Malzyner, médico oncologista e consultor científico da CLINONCO - Clínica de Oncologia Médica, CRM 20456