Acerte os hábitos e combata as pedras nos rins

Má alimentação e falta de hidratação são fatores de risco para o problema

POR FERNANDO MENEZES - ATUALIZADO EM 08/12/2016

Quem já passou por uma crise de cálculo renal já conhece bem os sintomas: dores na região lombar que, após ficarem mais intensas, começam a se espalhar para a região abdominal e genital. Casos como esse estão cada vez mais comuns em hospitais. "Casos de pedra no rim aumentaram, em média, 20% no pronto-socorro", explica o urologista Gustavo Alarcon, do Hospital São Luiz.

De acordo com o especialista, há técnicas que são capazes de evitar a formação de cálculos renais. "A visita constante ao urologista ou nefrologista é o primeiro passo para se livrar desse problema", afirma o urologista. "Aliado a algumas mudanças de hábito, o tratamento evita a maioria das crises de cólica renal."

Mesmo que as dicas para evitar pedras no rim sejam bastante difundidas, existem alguns maus hábitos que passam despercebidos por pessoas que sofrem com esse problema. Confira alguns fatores de risco que aumentam as chances de pedra no rim.

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Antes de prestar atenção nos hábitos do cotidiano que aumentam as chances de formação de cálculo renal, é preciso deixar claro que algumas pessoas estão geneticamente mais dispostas a sofrer com esse problema. "Algumas pessoas têm distúrbios na hora de absorver minerais no intestino, o que facilita o acúmulo desses nutrientes nos rins", conta o urologista Roberto Eid Maluf, do Hospital Santa Cruz.

Como essa característica é hereditária, pessoas com parentes próximos que já sofreram com cólicas renais possuem mais chances de desenvolver o problema. Por isso, é preciso que as visitas ao médico aconteçam pelo menos de seis em seis meses para evitar crises.

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