Sete descobertas da ciência para reforçar a saúde feminina

Soluções simples para reverter as doenças mais comuns entre as mulheres

POR MANUELA PAGAN - ATUALIZADO EM 07/03/2014

As mudanças no estilo de vida feminino, uma eterna disputa entre o desenvolvimento profissional e os cuidados com a família, não trouxeram somente mais autonomia. Doenças que antes eram consideradas tipicamente masculinas agora passam a preocupar também as mulheres, como é o caso do infarto e da insuficiência cardíaca.

"Poucas horas de sono, alimentação inadequada e sedentarismo são só algumas das imprudências que causaram o aumento desses problemas", afirma o geriatra Paulo Camiz, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Somados às alterações hormonais, capazes de dar um nó na saúde e no metabolismo feminino, os maus hábitos formam um cenário ameaçador, que exige atenção. Sorte que a Ciência está ao seu lado e não para de oferecer descobertas que se traduzem em mais qualidade de vida. Aproveite o Dia Internacional da Mulher (8 de março) para inserir algumas dicas na sua rotina.  

Prevenindo a osteoporose

A diminuição do estrogênio, típica da menopausa, causa uma perda óssea importante. Dados divulgados pela International Osteoporosis Foundation (IOF) indicam que cerca de 20% das mulheres com mais de 50 anos têm osteoporose e 15% sofrem uma fratura vertebral, decorrente da osteoporose. Mas a maioria delas nem desconfia disso, já que esse problema só causa dor em um terço dos casos.

O mais adequado é prevenir a doença. "Tomar quinze minutos de sol três vezes por semana, manter uma dieta rica em vitaminas e minerais, além da prática regular de atividade física são boas medidas preventivas", afirma o ginecologista Raul Nakano, da clínica de fertilidade Ferticlin. A musculação é uma das melhores atividades para prevenir a osteoporose, desde que realizada com supervisão profissional. Um estudo realizado pela Northwestern University, nos Estados Unidos, mostra que esse tipo de exercício traz o aumento na densidade óssea da coluna e do quadril, áreas mais comumente afetadas pela osteoporose nas mulheres.  

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