PUBLICIDADE

Imunoterapia no tratamento do câncer

Opção estimula o próprio sistema imunológico da pessoa a combater as células cancerígenas

O que é?

Imunoterapia para o tratamento do câncer é, de uma forma bem simples, uma maneira de combater o problema utilizando o próprio sistema de defesa do corpo para atacar as células do câncer.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Para entender como a imunoterapia funciona, é preciso saber um pouco de como o câncer age no organismo. As células do corpo nascem, se desenvolvem, multiplicam e morrem, sempre de forma ordenada e proporcional. Contudo, se elas passam a crescer de forma descontrolada e não morrem na mesma medida, temos a formação de um tumor.

Os tumores podem ser benignos ou malignos, graves ou não, dependendo do local que estão crescendo e da sua capacidade de se espalhar para outros órgãos (metástase). O comportamento do tumor determina se será necessário tratamento e qual, uma vez que cada tipo de câncer pode responder melhor ou pior a um tipo de tratamento.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Alguns tipos de câncer são capazes de driblar o sistema imunológico usando uma espécie de "camuflagem" para não ser notado, ou então "desligando" os mecanismos do corpo responsáveis por identificar que há algo errado com aquela célula. O tratamento dá ferramentas para o sistema imune enxergar essas células e combatê-las mais fortemente, por meio de medicamentos orais ou injetáveis. Portanto, o tratamento do câncer com imunoterapia pode ser feito basicamente de duas formas:

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Estes tipos também são chamados de terapia biológica ou bioterapia. Ela funciona melhor para alguns tipos de câncer do que outros, e ainda está em processo de aprovação para uso no Brasil e em outros locais do mundo.

No Brasil hoje o método é aprovado para tratar melanoma, câncer de pulmão e linfomas [em verificação].

Tipos de imunoterapia

Existem quatro tipos principais de imunoterapia contra o câncer:

Anticorpos monoclonais

São células de defesa humanas feitas em laboratório que podem atacar algumas partes específicas da célula tumoral. Comum no tratamento de pacientes com:

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Inibidores dos check-points imunes

Essas drogas basicamente "freiam" o sistema imune, ajudando a reconhecer e atacar células de câncer. São utilizadas no tratamento de pacientes com:

Vacinas contra o câncer

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Algumas partes das células tumorais podem ser mudadas em laboratório, diminuindo sua agressividade e devolvidas ao paciente para estimular o sistema imune a combater o câncer.

São utilizadas na prevenção de tumores relacionados à infecção pelo Papiloma Vírus Humano (HPV), como:

E também na prevenção do câncer de fígado relacionado a infecção pelo vírus da hepatite B:

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Imunoterapias não específicas

São drogas que estimulam a resposta do sistema imune contra células de câncer. No entanto, elas estimulam o sistema imune de uma forma mais geral, e não específica como as anteriores. São utilizadas em pacientes com:

Efeitos colaterais

De maneira geral, a imunoterapia é melhor tolerada do que a quimioterapia, por exemplo, mas cada grupo destes medicamentos pode ter efeitos colaterais diferentes. Os principais são:

Anticorpos monoclonais

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Inibidores dos check-points imunes

Imunoterapias não específicas

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Imunoterapia é considerada um tratamento experimental?

Sim e não. Isso porque muitas drogas de imunoterapia ainda estão em fase de pesquisa, e outras passando por processos de aprovação pelas agências regulatórias ao redor do mundo, como a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no Brasil e o FDA (Food and Drug Administration) nos Estados Unidos.

Contudo, apesar disso, muitos tipos já são bem estabelecidos e aprovados pelas principais agências internacionais, então não é mais experimental e sim tratamentos pesquisados e sabidamente eficazes no tratamento de determinados cânceres.

Tempo de tratamento

O tempo de tratamento da pessoa com imunoterapia dependerá da eficácia que as drogas estão mostrando no combate ao câncer e da tolerância da pessoa ao tratamento. Nos estudos, elas têm sido usadas normalmente por até dois anos, mas a duração ideal do tratamento ainda não foi estabelecida.

Riscos da imunoterapia

Os maiores risco da imunoterapia são o tratamento não funcionar e os efeitos colaterais serem muito fortes, inviabilizando esta forma terapêutica para a pessoa. Porém, os efeitos colaterais da não são graves o suficiente a ponto de trazer riscos ao paciente.

Diferença entre quimio, radio e imunoterapia

A quimioterapia é um tipo de tratamento que introduz compostos químicos, os chamados quimioterápicos, na circulação sanguínea para combater o câncer. O mecanismo de ação depende de cada quimioterápico e atualmente existem diversos tipos.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

A radioterapia é um método capaz de destruir células tumorais utilizando um feixe de radiações ionizantes no local em que o tumor está, ou seja, trata-se de um tratamento local. Normalmente os efeitos colaterais da radioterapia são mais brandos que os da quimioterapia.

Já a imunoterapia trabalha fortalecendo o sistema imunológico, ou seja, ela não destrói as células tumorais diretamente, mas sim estimula o próprio sistema imunológico da pessoa para que ele faça isso.

Referências

Renata D?Alpino, oncologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo - CRM: 126566/SP

Mariana Laloni, oncologista do Centro Paulista de Oncologia - CRM: 102379/SP. Robson de Castro Coelho, oncologista pediátrico do Hospital de Câncer Infantojuvenil de Barretos - CRM: 103492/SP

Artur Katz, médico oncologista e coordenador de Oncologia Clínica do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês - CRM: 41625/SP

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)