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Acupuntura com ou sem agulhas diminui o consumo de remédios

Terapeutas oferecem opções para quem sofre com medo das picadas

É difícil quem busque a ajuda dela como primeira solução, num comportamento, aliás, que os especialistas em medicina oriental não criticam. "A acupuntura não tem a intenção de substituir a medicina tradicional, ela é complementar" , afirma a terapeuta Thais Pamplona, formada pelo Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos e integrante da clínica Bem-estar, em Curitiba. "Aliá-la a tratamentos convencionais pode acelerar a cura e até reduzir o consumo de remédios" . (essências aromáticas são reconhecidas pela medicina tradicional)Se você já cogitou experimentar os efeitos das agulhas contra dor de cabeça ou fisgadas na coluna (problemas campeões de reclamação nos consultórios desse tipo de atendimento), mas mudou de opinião quando pensou nas espetadas que levaria pelo corpo, já pode reconsiderar a idéia.

E nem pense que vamos defender a velha tese de que as agulhas são fininhas e não doem, mesmo que isso seja verdade. Elas realmente têm espessura menor que a de um alfinete e lembram um fio de cabelo. Mas, ainda que as picadas em si não machuquem, a simples constatação de que elas ocorrerão já deixa muita gente em pânico.(aprenda a respirar e relaxe sem gastar dinheiro)


Então, que tal usufruir de todos os benefícios da técnica, mas sem toda aquela pinicação? Hai-hua; stiper; auriculoterapia;moxas, ventosas; reflexologia; colorpuntura e shiatsu (abaixo, saiba mais sobre todos eles) são exemplos de tratamentos que partem dos mesmos princípios da acupuntura, ou seja,a a estimulação de pontos que têm relação direta com o mal-estar que anda te afligindo. (controle a pressão alta com hábitos saudáveis)


Mas isso não significa que você estará livre daquele desconforto momentâneo (por vezes, erroneamente associado à picada). A sensação de choque elétrico, peso ou mesmo dor que alguns pacientes relatam é resultado da ativação de terminações nervosas. "Mas, como isso acontece praticamente no momento em que inserimos a agulha, muita gente pensa que a o incômodo foi causado pela picada" , explica Thais Pamplona.

Ao entrar na pele, a agulha provoca uma pequena inflamação, estimulando o seu organismo a produzir substâncias naturais como serotonina, endorfina, encefalina e dinorfina, responsáveis pelos efeitos analgésico, antiinflamatório e antidepressivo. Entretanto, ação semelhante, ou até mais potente, é registrada pelos outros recursos. (saiba como age a homeopatia)

A moxa produz calor e resolve muito bem casos de doenças crônicas ou produzidas pelo frio e pela umidade. "Ela aquece a energia e o sangue do paciente, além de evitar a penetração do frio no interior do corpo quando a energia do individuo está enfraquecida" , diz a especialista.

E você está muito enganado se acha que essa sabedoria milenar ignora os avanços da tecnologia. Prova disso são as aplicações a laser feitas nos mesmos pontos em que as agulhas seriam colocadas. Os acupunturistas que dispõem do aparelho recorrem ao arsenieto de gálio, laser de baixa potência e sem poder destrutivo, segundo Thais.

Os raios são absorvidos pelo corpo e estimulam os pontos escolhidos. Dada a potência da penetração, o tratamento com laser costuma ser mais curto do que o realizado com agulhas, além de ser muito eficaz com crianças e adultos agitados e ansiosos, com dificuldades para permanecer na maca enquanto recebem a aplicação. (acalme-se com um bom chocolate, a ciência explica como isso ocorre)

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Poder das cores
Os avanços científicos também respondem pela criação da colorpuntura, técnica desenvolvida recentemente e que também dispensa as agulhas. No lugar delas, os especialistas usam uma espécie de caneta a pilha ou um pequeno aparelho de fibra óptica, ambos capazes de emitir raios coloridos. "A luz é direcionada exatamente ao ponto que precisa ser trabalhado" , diz o naturologista Munir Baracat, da clínica Corpo & Essência, em São Paulo

A técnica usa os efeitos provocados por cinco cores, cada uma delas representando um elemento: vermelho (fogo); amarelo (terra); índigo (metal); azul (água) e verde (madeira). "A cor utilizada está relacionada com a cor do elemento que rege o meridiano. Então, seguindo essas especificações, selecionamos um tom para tonificar ou sedar um meridiano" , explica Munir. (conte com a ação das flores para viver melhor)

Ele dá um exemplo: uma pessoa com hipertensão receberia aplicações azuladas (água) para sedar o coração, cujo meridiano é regido pelo fogo, de acordo com a medicina tradicional chinesa.

Apesar de também usar as cores, a colorpuntura é bem diferente da famosa cromoterapia. "A cromoterapia é fundamentada por explicações da Física, que identificou as diferenças de freqüência e comprimento de onda em cada cor. Essa variedade permite que todos os tons sejam usados, dependendo da necessidade do paciente" , explica Munir. "Já na colorpuntura, ficamos restritos às cinco cores que eu citei, e nuances delas não prejudicam o tratamento" .(musicoterapia é alternativa para curar doenças)

Artrite, artrose, TPM (tensão pré-menstrual), tendinite, enxaqueca, intestino preso e ansiedade estão entre os problemas mais bem combatidos por essa espécie de acupuntura colorida. Em média, dez sessões encerram o tratamento. Elas duram cerca de meia hora e devem ser feitas semanalmente. (fuja dos maus hábitos que causama gastrite)


A hierarquia do arco-íris
Oo princípio da dominância entre os elementos ajuda os especialistas em colorpuntura a definirem que cores empregar no tratamento. Em ordem decrescente, a dominância entre os cinco elementos é a seguinte: fogo; metal; madeira; terra e água (num círculo, com esta última sendo capaz de aliviar descompassos produzidos pelo excesso do elemento fogo, como no exemplo do paciente com hipertensão).

Fuja das agulhas
Veja como se beneficiar da sabedoria chinesa, sem precisar dar uma prova de coragem


Hai-hua: o pequeno aparelho parece um rádio-relógio, acompanhado de fones de ouvido daqueles que você coloca dentro da orelha. Imagine, no entanto, imãs no lugar dos fones. Esses magnetos são colocados sobre os pontos certos e liberam cargas, numa estimulação semelhante à feita pelas agulhas.

Stiper: são pastilhas macias produzidas com silício cristalizado e aglutinado com celulose vegetal, dois elementos 100% naturais, sem efeitos colaterais e sem contra-indicações. O silício é o mais potente ordenador de ondas e freqüências e tem um grau de eficiência muito próximo ao das agulhas. O adesivo é mantido sobre a pele por um período que varia de três a seis dias e, depois, retirado pelo próprio acupunturista.

Colorpuntura: uma espécie de caneta que emite raios coloridos estimula os pontos, promovendo o reequilíbrio do organismo.

Auriculoterapia:
é um recurso da acupuntura que utiliza pontos no pavilhão de orelha. Utiliza sementes ou agulhas específicas, que podem ser deixadas no local por dias.

Moxa: utiliza pequenos bastões de algodão com artemísia seca, aplicados nos mesmos pontos das agulhas. O calor atrai as toxinas e libera os caminhos de energia do corpo.(mau humor pode ser doença)

Ventosa: semelhante a um copo de vidro que, quando colocado na superfície da pele, produz uma pressão negativa cuja finalidade é descongestionar a energia e o sangue dos meridianos.

Reflexologia: a planta do pé possui o mapa de todo o corpo humano. A pressão dos pontos de acupuntura na região desbloqueia o fluxo de energia, estimulando a cura e restaurando o equilíbrio do corpo.

Shiatsu: os pontos de acupuntura são estimulados pela massagem feita com os polegares, dedos e palmas das mãos. É uma terapia preventiva, mas que pode ser usada como técnica complementar em alguns tratamentos. (saiba mais sobre o shiatsu)

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