5ª semana do bebê: convivendo com animais de estimação

O convívio com animais pode ajudar na prevenção de quadros alérgicos no futuro

Seu bebê já completou um mês de vida e a tendência é que tanto você, quanto ele, já estejam mais adaptados com as mudanças na rotina. De acordo com os pediatras consultados, os cuidados com amamentação, controle de visitas e passeios ainda devem ser mantido.

Continue estimulando seu bebê para que ele tenha uma rotina de sono, bem como mantenha os exercícios de estimulação para ajudar no fortalecimento dos músculos e desenvolvimento do bebê.

O esperado é que a cada semana o bebê estimulado apresente um desenvolvimento gradual e evolutivo na sua cognição. Portanto, durante essa semana ele provavelmente se mostrará mais ativo e estará prestando mais atenção nas coisas que acontecem ao seu redor.

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Além disso, ele já consegue reconhecer a voz da mãe com maior distância e pode começar a tentar imitar os pais. Prepare-se para ganhar mais sorrisos, pois a tendência é que seu bebê comece a apresentá-los como forma de interação.

Mas apesar do seu bebê estar mais desenvolvido e mais ativo do que na sua primeira semana de vida, ele ainda precisa de muitas horas de sono. Portanto, pode passar grande parte do dia dormindo com intervalos entre as mamadas.

Nas consultas com o pediatra você provavelmente está acompanhando o peso do seu bebê. Nas primeiras 12 semanas de vida, especialistas afirma que o mais importante é que ele siga ganhando uma média de peso adequada diária, do que o peso do bebê por si só.

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Com esse cenário, o ideal é que o pequeno mantenha o ganho em torno de 20 a 25 gramas ao dia. Além disso, o bebê tende a ganhar 2,5 centímetros por mês no primeiros 6 meses de vida, totalizando 15 centímetros no primeiro semestre de vida.

Se você tem animais de estimação, é importante que eles estejam vacinados e que as medidas de higiene domiciliar estejam adequadas. Dessa forma, seu bebê poderá conviver tranquilamente com o bichinho dentro de casa.

Segundo os pediatras, alguns estudos apontam que quanto mais cedo o contato com animais ocorrer, maior a capacidade de ajudar na prevenção de quadros alérgicos no futuro.

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Fontes consultadas

Mariana Caramelo Jordão - pediatra

Flauber Filho - coordenador médico pediatria no Hospital Hsanp