14ª semana do bebê: quais os riscos da chupeta?

Especialista recomenda conversa com pediatra antes de introduzir a chupeta para o bebê

O bebê com 14 semanas apresenta um desenvolvimento gradativo em relação à semana passada, ganhando mais habilidades e aprimorando as já existentes, como a sustentação da cabeça, coordenação dos membros e levar objetos até a boca.

Essa fase do bebê é conhecida como fase oral, isso quer dizer que ele começa a conhecer o mundo pela boca e inevitavelmente passa a levar os objetos à boca. Por isso, a recomendação da pediatra Ana Fonseca é que se mantenha o ambiente onde a criança fica completamente higienizado, assim como seus brinquedos e mordedores.

Também é importante se certificar de que os brinquedos do bebê não contenham peças pequenas nem tóxicas..

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Além dos brinquedos, o contato físico continua sendo uma prática benéfica para a criança. A respiração da mãe, assim como a frequência cardíaca e o cheiro são fatores que influenciam para o bem-estar físico e psíquico do bebê.

A chupeta também é um item comumente usado para "acalmar" o bebê. No entanto, de acordo com a médica, nenhum bebê precisa de chupeta. "O que acontece é que a chupeta, muitas vezes, vem suprir alguma deficiência, seja no relacionamento mãe e bebê, ou a necessidade de sucção maior da criança e esgotamento materno", explica.

No entanto, os riscos envolvem deformidade na arcada dentária e desmame precoce. Por isso, converse com o pediatra do seu bebê para que a introdução da chupeta seja discutida e bem avaliada. Além disso, existem diversos modelos disponíveis no mercado, o pediatra poderá ajudar na escolha do melhor modelo para o bebê caso o uso da chupeta seja considerado pelos pais.

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