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Bebê de 50 semanas: quais são os vilões do desenvolvimento infantil?

Especialista aponta o que deve ser evitado e indica brinquedos capazes de melhorar a percepção das crianças

Com 50 semanas seu bebê tem demonstrado cada vez sua independência, estimular e permitir isso em seu filho é fundamental para seu desenvolvimento. Para a pediatra Patrícia Marañon Terrivel, autonomia é a palavra chave.

Isso porque, a psicomotricidade é trabalhada com esse parâmetro, ou seja, com a experiência diária. Permita que o bebê use o ambiente doméstico para experimentar coisas novas, deixe que ele pegue objetos para conhecer e explorar sua curiosidade, desde que estes não apresentem riscos, como objetos pontiagudos.

Durante esse período, a pediatra afirma que é importante os pais não privarem a criança dessas ações, pois futuramente fará com que a criança esteja mais apta a realizar atividades domésticas como arrumar a cama, guardar os brinquedos, lavar o copo.

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Os brinquedos também podem ser utilizados a favor do desenvolvimento do bebê, pois além de divertir devem ensinar, aprimorar habilidades e despertar a curiosidade e os sentidos da criança.

Sendo assim, os brinquedos coloridos são recomendados para trabalhar a percepção visual dos pequenos. Outra boa opção são os brinquedos musicais, indicados para explorar a percepção auditiva do bebê. Marañol aponta que estes podem ser grandes aliados do sono do bebê, pois muitos contam com músicas relaxantes.

Além dos brinquedos, aposte também em brincadeiras que você possa participar. "A natureza é, literalmente, um grande playground, pois o contato com ela faz com que ela desperte e aprimore seus 5 sentidos, bem como auxilia na sua percepção do mundo", recomenda a pediatra.

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As brincadeiras servem como uma forma de aproximação entre os pais e os filhos, pois gera contato humano e aumenta a afetividade entre eles. Brincadeiras como esconde-esconde, mímica, historinhas e teatro de fantoches são ótimas ideias.

Celulares e afins não são indicados, exceto quando utilizados para realizar chamadas de vídeo com familiares. Mas assim como eles, a TV também é contra-indicada e nas palavras da especialista é uma vilã do desenvolvimento da fala e da percepção dos bebês.

"Há estudos que indicam que levam 18 meses para o cérebro de um bebê desenvolver-se ao ponto dos símbolos representarem seus equivalentes no mundo real. É crucial que os bebês interajam com pessoas ao seu redor, notem suas falas, sons e expressões faciais. Com a TV envolvida, isso diminui consideravelmente, fazendo com que o aprendizado diminua", finaliza Patrícia Marañon Terrivel.

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