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HPV na gravidez: veja se há riscos ao bebê ou ao parto

Vírus pode causar verrugas ou lesões no colo do útero, mas não costuma levar consequências graves para o feto

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O HPV (papilomavírus humano) é a infecção sexualmente transmissível mais comum nos Estados Unidos, de acordo com o Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Cerca de 80% das pessoas serão portadoras do HPV em algum momento de suas vidas. Isso ocorre porque existem mais de 150 variedades diferentes de HPV. Muitos deles normalmente não causam problemas e irão embora sem tratamento, fazendo com que poucas pessoas descubram que são portadoras.

Por isso, é natural a preocupação sobre os riscos do HPV na gravidez.

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Entretanto, o HPV geralmente não causa problemas na gravidez, e nem afeta a saúde do seu bebê.

O que acontece é que as alterações hormonais e da imunidade, características dessa fase, podem fazer as verrugas decorrentes do vírus crescerem mais rápido do que o normal.

Estas não precisam ser tratadas, a menos que sejam especialmente grandes ou incômodas. Se for este o caso, o seu médico poderá removê-las com segurança.

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Caso o HPV afete suas células do colo uterino e as altere, seu médico pode esperar para tratá-la depois do parto. Assim que seu bebê nascer, você fará novos exames e, se ainda estiver com células anormais, deverá tratá-las.

Um dos tratamentos para lesões no colo uterino causadas pelo vírus é a Cirurgia de Alta Frequência (CAF), procedimento cirúrgico que pode ser utilizado para remover células anormais do colo do útero. Ele vem sendo empregado em todo o mundo pelas vantagens de baixo custo, possibilidade de realização em consultório/ambulatório, com taxa de sucessos.

Embora a maioria das mulheres não tenha problemas, com a CAF há um mínimo aumento no risco de partos prematuros e de ter um bebê com baixo peso ao nascer, ocorrendo em apenas em 5% dos casos.

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Parto com HPV

Em termos gerais, nenhuma ligação foi encontrada entre o HPV e aborto, parto prematuro ou outras complicações da gravidez.

Às vezes, grandes verrugas podem causar sangramento durante o parto, mas raramente podem crescer o suficiente durante a gravidez para bloquear o canal vaginal ou dificultar o parto em si. Se isso acontecer, seu médico provavelmente recomendará uma cesariana.

Há chances de transmitir o HPV para o seu bebê durante a gravidez ou parto, mas é muito improvável. Mesmo que os bebês contraiam o vírus, seus corpos geralmente eliminarão por conta própria.

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Em casos raros, as verrugas genitais podem ser transmitidas ao bebê. As verrugas podem se desenvolver na laringe ou nas cordas vocais do recém-nascido, quadro chamado de papilomatose respiratória, que requer tratamento.

Vacina de HPV na gravidez

De acordo com o CDC, a vacina contra o HPV não demonstrou ter efeitos negativos durante a gravidez. No entanto, os dados são limitados sobre a vacinação no período. Portanto, recomendam adiar a vacinação até depois do parto.

Para além da prevenção, é importante lembrar que não há cura para o HPV, não havendo nenhum medicamento disponível para tratar o vírus em si.

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