Novo estudo revela que COVID-19 aumenta risco de pré-eclâmpsia na gravidez

Pesquisa brasileira descobriu que grávidas com COVID-19 estavam mais suscetíveis a terem essa complicação grave

As gestantes fazem parte do grupo de risco da COVID-19. E não é à toa. Resultados recentes de uma pesquisa publicada pelo Biochimica et Biophysica Actar comprovam que grávidas precisam ter um cuidado redobrado quanto à prevenção da doença.

Segundo o estudo, mulheres gestantes infectadas pelo novo coronavírus têm mais chances de desenvolver pré-eclâmpsia do que uma gestante saudável.

A pesquisa foi realizada por cientistas brasileiros. Eles utilizaram amostras clínicas coletadas em outros estudos envolvendo pacientes com COVID-19, e também experimentais infectadas pelo Sars-Cov-2. A partir disso, os pesquisadores realizaram um tipo de filtragem dos genes afetados pelo vírus, e compararam com amostras não infectadas.

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Entre os estudos em que a pesquisa se pautou, um indicou incidência de pré-eclâmpsia em 15,7% das grávidas infectadas pelo novo coronavírus. Já nas que não estavam infectadas, o percentual foi de apenas 9,3%.

Entre janeiro e setembro deste ano, segundo os pesquisadores, foram publicados 14 estudos científicos que relatam pré-eclâmpsia e/ou hipertensão relacionadas à COVID-19. O vírus age no corpo humano a partir de diversos receptores ligados ao sistema vascular, podendo causar uma confusão molecular, que se associa ao desenvolvimento de quadro.

A pré-eclâmpsia é uma das quatro doenças hipertensivas que podem ocorrer durante a gravidez. Ela acontece quando a gestante possui pressão arterial elevada, excesso de proteína na urina e/ou inchaço. Se não tratada, a doença pode levar a complicações graves - e até mesmo fatais -, para a mãe e o bebê.

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É preciso ficar atento aos sinais de saúde da gestante. Quanto mais rápido o diagnóstico e tratamento, a possibilidade de complicações antes do parto é menor.

Pré-eclâmpsia: quais são os sintomas

As visitas regulares ao obstetra durante toda a gestante são fundamentais para identificar sintomas de pré-eclâmpsia, ou de qualquer outra complicação, precocemente.

Mesmo com as consultas em dia, é importante ficar atento à alguns sinais. Além do aumento da pressão arterial, existem outros sintomas, como:

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