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    Quais são os fatores de risco conhecidos para o vício em games?

    Especialista consultado Dr. Leonardo Maranhao Ayres Ferreira Psiquiatria CRM 102366/SP

    Respondido em 30 de janeiro de 2018

    Como já mencionado, o transtorno de games pode ter como fatores de risco a vulnerabilidade genética familiar para transtornos mentais, como ansiedade, desestruturação familiar, baixa auto estima, timidez excessiva, ansiedade social, ter poucos amigos e entre outros. É preciso ter atenção se uma criança ou um adolescente não busca no jogo aquilo que ela/ele não consegue viver na realidade. A internet e os jogos, neste caso, funcionam como uma fuga da realidade em busca de segurança, prazer, estabelecimento de laços. Por outro lado, é preciso observar também se as crianças não são - pela omissão ou pela dificuldade de impor limites dos pais - instadas a se tornarem competitivas em tudo. Precisamos estimular os nossos filhos para que eles sejam. Há um limite também para a vida competitiva, seja no ambiente familiar, na escola, com os amigos, onde quer que seja. 

    Especialista consultado Dra. Ana Carolina Schmidt de Oliveira Psicologia CRP 06/99198/SP

    Respondido em 30 de janeiro de 2018

    Existem fatores neurobiológicos que fazem com que a pessoa encontre dificuldades para deixar de jogar, ou interromper o jogo, ou sofrer muito quando não está jogando, e ainda uma necessidade cada vez maior de jogar quantidade maiores de tempo ou por mais recompensas. Em relação ao fatores de risco biológicos, atualmente já existem pesquisas investigando os genes relacionados ao distúrbio de games.

    Os fatores psicológicos envolvem a baixa autoestima, dificuldades no autocontrole, impulsividade, déficits em habilidades sociais como de comunicação e manejo de sentimentos desagradáveis, transtornos mentais como depressão e ansiedade, gastar dinheiro com o jogo, entre outros.

    E os fatores sociais envolvem pressões na escola ou trabalho, bullying, isolamento social fora do mundo virtual, ausência de lazeres e passatempos saudáveis e recompensadores, falta de limites bem estabelecidos quanto ao uso do game, compreensão dos games como único local de aceitação social, sentimento de pertencimento à uma equipe dentro dos jogos, entre outros.

    Os games em si tem características que vulnerabilizam aqueles que tem déficits nas funções relacionadas a tomada de decisão, como um espaço de liberdade, em que se pode realizar desejos que não se pode na vida real, ter características pessoais que não tem na vida real, e ainda os jogos são altamente recompensadores. Além disso, há a possibilidade do anonimato, que gera uma sensação de segurança e que a pessoa não seja julgada diretamente.

    Especialista consultado Dr. Leonardo Maranhao Ayres Ferreira Psiquiatria CRM 102366/SP

    Respondido em 30 de janeiro de 2018

    Como já mencionado, o transtorno de games pode ter como fatores de risco a vulnerabilidade genética familiar para transtornos mentais, como ansiedade, desestruturação familiar, baixa auto estima, timidez excessiva, ansiedade social, ter poucos amigos e entre outros. É preciso ter atenção se uma criança ou um adolescente não busca no jogo aquilo que ela/ele não consegue viver na realidade. A internet e os jogos, neste caso, funcionam como uma fuga da realidade em busca de segurança, prazer, estabelecimento de laços. Por outro lado, é preciso observar também se as crianças não são - pela omissão ou pela dificuldade de impor limites dos pais - instadas a se tornarem competitivas em tudo. Precisamos estimular os nossos filhos para que eles sejam. Há um limite também para a vida competitiva, seja no ambiente familiar, na escola, com os amigos, onde quer que seja. 

    Especialista consultado Dr. Leonardo Maranhao Ayres Ferreira Psiquiatria CRM 102366/SP

    Respondido em 30 de janeiro de 2018

    Como já mencionado, o transtorno de games pode ter como fatores de risco a vulnerabilidade genética familiar para transtornos mentais, como ansiedade, desestruturação familiar, baixa auto estima, timidez excessiva, ansiedade social, ter poucos amigos e entre outros. É preciso ter atenção se uma criança ou um adolescente não busca no jogo aquilo que ela/ele não consegue viver na realidade. A internet e os jogos, neste caso, funcionam como uma fuga da realidade em busca de segurança, prazer, estabelecimento de laços. Por outro lado, é preciso observar também se as crianças não são - pela omissão ou pela dificuldade de impor limites dos pais - instadas a se tornarem competitivas em tudo. Precisamos estimular os nossos filhos para que eles sejam. Há um limite também para a vida competitiva, seja no ambiente familiar, na escola, com os amigos, onde quer que seja. 

    Especialista consultado Dr. Leonardo Maranhao Ayres Ferreira Psiquiatria CRM 102366/SP

    Respondido em 30 de janeiro de 2018

    Como já mencionado, o transtorno de games pode ter como fatores de risco a vulnerabilidade genética familiar para transtornos mentais, como ansiedade, desestruturação familiar, baixa auto estima, timidez excessiva, ansiedade social, ter poucos amigos e entre outros. É preciso ter atenção se uma criança ou um adolescente não busca no jogo aquilo que ela/ele não consegue viver na realidade. A internet e os jogos, neste caso, funcionam como uma fuga da realidade em busca de segurança, prazer, estabelecimento de laços. Por outro lado, é preciso observar também se as crianças não são - pela omissão ou pela dificuldade de impor limites dos pais - instadas a se tornarem competitivas em tudo. Precisamos estimular os nossos filhos para que eles sejam. Há um limite também para a vida competitiva, seja no ambiente familiar, na escola, com os amigos, onde quer que seja. 

    Especialista consultado Dr. Leonardo Maranhao Ayres Ferreira Psiquiatria CRM 102366/SP

    Respondido em 30 de janeiro de 2018

    Como já mencionado, o transtorno de games pode ter como fatores de risco a vulnerabilidade genética familiar para transtornos mentais, como ansiedade, desestruturação familiar, baixa auto estima, timidez excessiva, ansiedade social, ter poucos amigos e entre outros. É preciso ter atenção se uma criança ou um adolescente não busca no jogo aquilo que ela/ele não consegue viver na realidade. A internet e os jogos, neste caso, funcionam como uma fuga da realidade em busca de segurança, prazer, estabelecimento de laços. Por outro lado, é preciso observar também se as crianças não são - pela omissão ou pela dificuldade de impor limites dos pais - instadas a se tornarem competitivas em tudo. Precisamos estimular os nossos filhos para que eles sejam. Há um limite também para a vida competitiva, seja no ambiente familiar, na escola, com os amigos, onde quer que seja. 

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