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Câncer de cólon e reto: sedentarismo e dieta rica em carne vermelha podem aumentar risco

Entenda como o estilo de vida moderno impactou na alta incidência desse tumor

O intestino grosso (cólon) é a porção do trato digestivo onde as fezes são formadas, e o reto, onde são armazenadas antes da evacuação. No Brasil, excetuando os cânceres de pele, o câncer de cólon e reto é o segundo mais frequente na população feminina, e o terceiro na masculina, de acordo com os dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). A probabilidade do desenvolvimento de um câncer colorretal ao longo de toda a vida é de 5%. O número de novos casos vem caindo em países mais desenvolvidos, como nos Estados Unidos, provavelmente devido aos programas efetivos de rastreamento. Já no Brasil, há um aumento na incidência do câncer do intestino. Os fatores de risco incluem a predisposição genética, consumo excessivo de álcool, doença inflamatória intestinal, radiação, idade acima de 50 anos, diabetes tipo 2, obesidade, tabagismo e dieta. A vida moderna proporcionou a possibilidade de que vivamos mais, o que elevou a incidência de câncer. Além disso, cada vez mais somos sedentários, acima do peso e ingerimos menos alimentos naturais, como vegetais, frutas e grãos (cereais).

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Alguns desses fatores de risco são estanques, como a idade avançada, predisposição genética, diabetes, doença inflamatória e a radiação. Porém, há duas condições primordiais que se pode interferir para que se previna o câncer colorretal:

Modificações de hábitos de vida:

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Métodos e exames para diagnóstico precoce, que devem sem feitos na população geral a partir dos 50 anos:

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Indivíduos com histórico familiar de câncer colorretal e/ou pólipos e doença inflamatória intestinal devem informar seu médico para que entrem em intervalos especiais de prevenção.

Conclusão:

Portanto, com modificações no estilo de vida e participando de programas de prevenção com colonoscopia, certamente se estará reduzindo drasticamente a chance de ter câncer do intestino.