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Colecistite: o que é, tipos, sintomas e causas

A inflamação da vesícula biliar exige tratamento adequado e pode gerar uma série de complicações ao paciente

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O que é

A colecistite (CID 10 - K81) é uma condição responsável por causar a inflamação da vesícula biliar, normalmente gerada por um cálculo que bloqueia a passagem do fluxo da bile da vesícula para o intestino. Esse problema pode se manifestar de formas diferentes, tendo como um de seus principais sintomas a sensação de dor no lado direito (quadrante superior) do abdômen.

Tipos

Apesar de serem clinicamente semelhantes, a colecistite pode ser diagnosticada em dois tipos diferentes:

Colecistite aguda

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A colecistite aguda acontece após uma inflamação da parede da vesícula biliar, gerando uma dor súbita e intensa no paciente, muitas vezes "insuportável", exigindo auxílio médico imediato. Durante o episódio de crise, é possível que a pessoa apresente dificuldade para respirar, além de enjôos e vômito.

Colecistite crônica

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De acordo com Adilon Cardoso Filho, gastrocirurgião robótico, a diferença básica entre a colecistite aguda e a crônica é que, no primeiro caso, a dor é intensa e de difícil manejo analgésico; já o quadro crônico ocorre quando esses sintomas se apresentaram anteriormente.

"Quando é feito o diagnóstico por meio de um exame de ultrassonografia que revela pedra na vesícula, normalmente, também mostrará a parede da região mais espessa, aderente e com muito líquido endêmico ao redor do órgão. Portanto, o tempo de evento e o diagnóstico de primeira indicam uma situação crônica", explica o especialista.

Sintomas

Normalmente, um paciente com o quadro de colecistite apresenta os seguintes sintomas:

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Causas

O médico gastro-endoscopista digestivo Newton Teixeira conta que a causa mais comum de colecistite são os cálculos na vesícula, que causam a obstrução do fluxo da bile num canal chamado ducto cístico, que permite a saída de bile da vesícula. Além disso, também é possível que esse problema ocorra após complicações geradas por algumas condições, como:

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Em casos mais raros, a colecistite pode surgir espontaneamente, sem a presença de cálculos ou outros problemas de saúde como causadores do problema. Nesses quadros, a vesícula é inflamada por características próprias, sendo chamada clinicamente de vesícula hidrópica ou colecistitis alitiásica.

Diagnóstico

O exame de ultrassonografia é a principal e mais eficiente forma de diagnóstico da colecistite. "A tomografia não é tão eficiente para ver as patologias de vesícula, mas é um exame bom para ver a via biliar, que é a comunicação entre o fígado e o intestino", conta Adilon Cardoso Filho.

O especialista explica que, caso hajam dúvidas na hora do diagnóstico, como quando há a possibilidade de algum agravamento diferente, a ressonância magnética consegue dar respostas mais claras. Entretanto, essa opção é utilizada em casos específicos, já que a ultrassonografia, com o apoio de exames de sangue, costuma ser o método mais utilizado para detectar o problema.

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Tratamentos

Laparoscopia e colecistite

A colecistite só é curada através de um procedimento cirúrgico, com a retirada da vesícula. Em casos com menores complicações, a técnica mais utilizada é a laparoscopia, onde são realizados cortes de até 1cm na região abdominal do paciente, tratando o problema de forma menos invasiva.

Porém, de acordo com o nível de inflamação, alguns cuidados médicos são realizados para auxiliar na estabilidade do paciente durante a cirurgia, além de evitar complicações no pós-operatório. Newton Teixeira indica os meios que o tratamento da colecistite pode incluir:

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Complicações

Se não tratada, a colecistite pode trazer uma série de complicações para o paciente. Além do próprio processo infeccioso da vesícula, os especialistas relatam outros riscos que essa condição pode trazer, como:

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"Outra possibilidade é quando a necrose da parede vesicular atinge a interligação entre o cólon, o intestino grosso e a vesícula. O colón está justamente abaixo da vesícula, então há uma fístula que interliga esses dois órgãos, e uma inflamação nessa região é muito grave", finaliza o cirurgião Adilon Cardoso Filho.

Fontes

Adilon Cardoso Filho, médico especialista em cirurgia robótica, CRM: 9616 GO

Newton Teixeira, médico especialista em endoscopia digestiva, CRM: 52.62901-4

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