Pílulas naturais para emagrecer: entenda como elas agem e conheça os riscos

Pílula do pãozinho, spirulina e pholia magra estão entre os fitoterápicos mais buscados para a perda de peso

POR BRUNA STUPPIELLO - ATUALIZADO EM 10/12/2015

A ideia de conseguir emagrecer sem precisar fazer uma dieta equilibrada e a proibição da venda de alguns remédios para o emagrecimento faz com que muita gente recorra ao universo das pílulas naturais vendidas nas farmácias e em lojas especializadas. Porém, é preciso tomar cuidado ao ingerir estes fitoterápicos. Algumas delas podem causar o aborto, hemorragia, úlcera, distensão abdominal, entre outros problemas quando utilizadas sem a orientação de um profissional da área da saúde.

Vale ressaltar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) controla a produção, a liberação para consumo (todos os produtos devem ter registro) e acompanha a comercialização dos medicamentos fitoterápicos, podendo retirá-los do mercado caso seu consumo apresente risco para a população.

Selecionamos as principais pílulas e explicamos como elas ajudam no emagrecimento. Confira os benefícios e riscos da mucuna pruriens, pinnothin, spirulina, pílula do pãozinho, pholia negra, pholia magra, alga-marrom e feno-grego.

Pinnothin (pinho coreano)

O pinnothin ou pinho coreano é uma árvore originaria da Ásia. Há poucos estudos sobre esta espécie. Acredita-se que ela pode ajudar no emagrecimento porque inibe o apetite por meio da estimulação e liberação de dois hormônios intestinais: a colecistoquinina e o péptido análogo ou glucagon. "Ele enviam um sinal de saciedade ao cérebro, induzindo a diminuição do desejo de comer", conta Fiut.

Não há efeitos colaterais conhecidos para esta planta. Seu uso deve ser feito sob a orientação de um profissional da área da saúde, isto porque como existem poucas pesquisas sobre o fitoterápico seus riscos podem ser grandes, mas ainda não conhecidos.