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Conheça histórias de quem venceu a luta contra a balança

Determinação e disciplina foram fundamentais para mulheres mudarem hábitos

Começar aquela dieta pela enésima vez não é nada estimulante. Mas saiba que muitos dos belos corpos da TV e do cinema só existem graças à persistência. É preciso suar um pouquinho e ter muita força de vontade quando o objetivo maior é emagrecer.

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Determinação para mudar
Maria Isabel Lima da Silva também tem uma história de sucesso. A gravidez a fez ganhar muito peso, chegando a 125 quilos na segunda gestação. "Foi péssimo", lembra Maria Isabel. Aos 30 anos, a empresária chegou a tomar remédios para emagrecer por conta própria, atitude arriscada e desaprovada por médicos, pois pode trazer sérios prejuízos à saúde e ao equilíbrio emocional. "Eu perdia quatro quilos e ganhava oito, além de viver com enjôo, dor de cabeça e tontura", lembra. No guarda-roupa, não havia o que vestir: entre todas as peças, nenhuma servia. Depois de quatro meses seguindo os cardápios de um programa alimentar, ela eliminou 14 quilos.

Conheça histórias de dietas de sucesso - Foto: Getty Images
Conheça histórias de dietas de sucesso - Foto: Getty Images

Uma das estratégias de motivação da empresária é olhar fotos antigas. Outra boa ideia é manter uma balança no banheiro. "Ela denuncia meu sucesso e meus deslizes, nunca deixo de me pesar", diz. A mudança de hábitos da baiana já mostra ótimos resultados. "Meu organismo está acostumado a pratos leves, não consigo comer muito e passo mal se experimento comidas pesadas. Meu prato favorito, hoje em dia, é uma boa salada", explica.

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Ajuda na internet

Histórias como a de Liliane Gadelha podem inspirar. Em seis meses, ela perdeu 15 quilos e passou dos 75 para os 60 quilos, sem abrir mão de nenhum alimento. Aos 29 anos, ela já havia tentado cardápios inimagináveis, com direito a apenas ovo e café com limão. Liliane encontrou outra forma de emagrecer em um site. Medindo 1,58m, ela chegou a pesar 82 quilos na época da primeira gravidez, aos 20 anos.

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Desde então, enfrentou muita dificuldade para chegar ao peso ideal. "Eu sempre gostei de comer. Saía para jantar fora, fazia pratos idênticos aos do meu marido. E nem era fome, mas falta de medida, mesmo. Minha autoestima despencou", afirma.

Liliane aprendeu a comer e teve orientação especializada para cumprir o objetivo de perder peso. Se o problema era encontrar incentivo, o obstáculo foi vencido. "O apoio das nutricionistas e as tabelas de substituições são fundamentais. Além de não enjoar a dieta, você descobre como deve ser uma alimentação balanceada. Posso continuar experimentando meus doces sem culpa, porque aprendi a dosar as quantidades certas. Hoje, eu não compro mais nada sem ler o rótulo antes", diz.

Limites na correria

A rotina agitada levou Rosângela Araujo Viana, 37 anos, a somar 98 quilos, distribuídos em 1,60m. "Durante oito anos, vivi um pesadelo: em casa, meu marido não parava de me criticar por causa do meu peso. Eu morria de vergonha de sair e abri mão do meu divertimento favorito, que era dançar. Não conseguia nem respirar direito, mexer o corpo era impossível", lamenta.

Mas Rosângela não se deixou limitar pelas dificuldades e resolveu enfrentar o desafio de perder 32 quilos. "Minha primeira mudança foi determinar horários para as refeições. E fiquei surpresa ao notar que, na maioria das vezes, era fácil respeitar: eu não comia por fome, mas por ansiedade", contou.

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O entusiasmo é ainda maior ao exibir as calças jeans bem cortadas e leggins coloridas, que ela adora combinar com batinhas. A peças substituíram as roupas com elásticos na cintura, que se adaptavam ao ganho de peso constante. "Em dois anos, mudei do manequim 50 para o 42. Antes, até modelos GG ficavam justos e, agora, algumas roupas M ficam folgadas e precisam de ajustes para servir bem", festeja.