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Estudos comprovam: amamentar emagrece

Conquiste a boa forma e proteja o seu bebê contra diversas doenças

Por Minha Vida - publicado em 18/09/2008


Que o leite materno é fundamental para a saúde e bom desenvolvimento do bebê não se discute. Porém, algumas pessoas ainda discordam que seja possível perder peso apenas com este gesto. Inicialmente, a Organização Mundial da Saúde recomenda que todas as mães amamentem exclusivamente no peito até o sexto mês de vida da criança, momento em que podem ser introduzidos novos alimentos.

Mas, se você puder continuar amamentando depois disso, vá em frente! O leite continua sendo uma importante fonte de vitaminas, calorias e sais minerais, explica a enfermeira Evanguelia Kotzias Atherino dos Santos, consultora internacional em aleitamento materno pelo International Board Certified Lactation Consultants (IBCLC).

Para conscientizar a todos desses benefícios, um estudo realizado pela Universidade da Geórgia, nos EUA, comprovou que as mães que fizeram da amamentação a alimentação exclusiva do bebê, perderam mais peso ao longo de 12 semanas após o parto, em comparação àquelas que combinaram a amamentação a outros alimentos. Esse resultado foi obtido mesmo com uma ingestão maior de calorias e pouca atividade física.

O estudo contou com a participação de 24 mães, com idades entre 19 e 45 anos. As 17 mulheres que amamentaram exclusivamente perderam mais peso, quando comparadas com as restantes, que introduziram outros alimentos ao cardápio do bebê. Porém, o resultado imediato foi o inverso, as mães do segundo grupo perderam mais peso inicialmente, mas, após a 8ª semana o primeiro grupo superou e perdeu mais medidas e gordura corporal. O ponto fundamental é que o corpo queima calorias produzindo leite, assim, apenas amamentando regularmente a mulher perde até 500 gramas por mês,

As glândulas mamárias localizadas nos seios da mãe produzem entre 600 e 800 mililitros diários de leite. Quando o bebê suga o seio, o corpo libera ocitocina, que é um hormônio que age na contração uterina, fazendo com que o útero volte ao tamanho normal. Porém, não pára por ai. Outro hormônio liberado é a prolactina, que inibe a atividade dos ovários, funcionando como um anticoncepcional natural até o bebê completar seis meses. Os benefícios não param por aqui: ainda protege a mãe contra câncer de mama, doenças cardiovasculares e câncer de ovário, diminui a ansiedade e aumenta o vínculo afetivo com o bebê.


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