Sete estratégias para se proteger do Aedes aegypti

Além de não deixar água parada, é preciso usar repelente industrializado

POR LAURA TAVARES - ATUALIZADO EM 16/11/2016

As doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti - dengue, zika e febre chikungunya - são problemas de saúde pública importantes. Dados do Ministério da Saúde apontam que entre janeiro e setembro de 2016 foram registrados mais de 1,4 milhão de casos prováveis de dengue no Brasil. O Sudeste registrou o maior número de casos com 842.741 pessoas apresentando sintomas da doença, seguido das regiões Nordeste (317.483 casos), Centro-Oeste (168.498 casos), Sul (72.048 casos) e Norte (37.854 casos). No mesmo período, foram registrados 236.287 casos prováveis de febre de chikungunya. Já no caso do Zika vírus, o número de casos registrado foi de 200.465. Os dados do boletim epidemiológico consideram notificações de 03/01/2016 a 19/09/2016.


A melhor maneira de combater as doenças é impedir a reprodução do mosquito. Por isso, o Minha Vida conversou com especialistas para saber as melhores formas de proteção. Confira a seguir:

Evite o acúmulo de água

"O Aedes aegytpi coloca seus ovos em água limpa, mas não necessariamente potável", explica o pesquisador Rafael Freitas, do Laboratório de Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz. Por isso, jogue fora pneus velhos, vire garrafas com a boca para baixo e, caso seu quintal seja propenso à formação de poças, realize a drenagem do terreno. Não se esqueça também de lavar a vasilha de água do seu bicho de estimação regularmente e manter fechadas tampas de caixas d'água e cisternas.