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Nascimento prematuro aumenta risco de doença pulmonar

Estudo mostra que bebês prematuros têm o dobro de chances de desenvolver asma

Crianças nascidas prematuramente, com 25 semanas de gestação ou menos, apresentam maior risco de ter problemas respiratórios, incluindo asma, ao longo da vida. Essa é a conclusão de um estudo feito pela Universiy College London, da Grã-Bretanha. O estudo, publicado no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, avaliou todos os bebês prematuros nascidos na Grã-Bretanha e na Irlanda entre março e dezembro de 1995.

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Os pesquisadores descobriram que os bebês prematuros, frequentemente tinham função pulmonar anormal aos 11 anos de idade e o dobro de chances de serem diagnosticados com asma, comparado àqueles nascidos com 39 ou 40 semanas. Além disso, as análises mostraram que 56% dessas crianças tinham resultados anormais em testes de força pulmonar e um quarto delas tinha asma aos 11 anos de idade.

Porém, 65% das crianças demoraram alguns anos, para apresentar os sintomas respiratórios. De acordo com a pesquisadora Janet Stocks, com o crescimento dos pulmões e o aumento do calibre das vias aéreas, as crianças que nasceram prematuramente parecem ter superado os sintomas, mas há a preocupação de que tais sintomas podem reaparecer mais tarde na forma de início precoce de doença pulmonar obstrutiva crônica.

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Por isso, os especialistas ressaltam a necessidade de um acompanhamento mais próximo da saúde respiratória das crianças com nascimento prematuro, já que mesmo assintomáticas, elas podem entrar na fase adulta com função pulmonar prejudicada e estarão sob maior risco de doença crônica subsequente.