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Fibra de algas marinhas ajuda a combater a obesidade

Em 8/7/2011
Redação
Escrito por Redação
Redação Minha Vida

Cientistas da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, descobriram que uma fibra extraída de algas marinhas, chamada de alginatos, reduz em até 75% a absorção de gordura pelo corpo. A porcentagem supera a maioria dos tratamentos contra a obesidade.

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Para a pesquisa, foi utilizado um "estômago artificial", que reage a estímulos da mesma maneira que o órgão humano. Ao ser submetido a digestão de 60 tipos diferentes de fibras naturais, foi possível identificar a eficácia da substância presente na alga marinha.

Os resultados, apresentados na Sociedade Americana de Química, sediada nos Estados Unidos, incentivou novas pesquisas para saber se a fibra poderia ser adicionada a alimentos do dia a dia.

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Atualmente, alginatos já são adicionados a alguns produtos, como sorvetes e cerveja. Eles atuam como substâncias para aumentar a consistência, a estabilidade e a emulsificação do alimento.

Gordura também combate a obesidade

Embora a maioria das pessoas acredite que, para conseguir combater a obesidade ou até mesmo perder alguns quilos, o correto é eliminar totalmente a gordura da alimentação, isso não é verdade. Alguns tipos de gordura, como os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, são essenciais para a nossa saúde e ainda estimulam vários processos diferentes na luta contra a obesidade.

Esses ácidos colaboram na queima de gorduras ingeridas, melhoram o controle do nível de açúcar no organismo e a capacidade de transportar a glicose do sangue para as células, influenciando importantes alterações genéticas anti-obesidade, entre outras benfeitorias.

Os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 podem ser encontrados em nozes, sementes de linhaça e abóbora, peixes gordurosos, como o salmão e mariscos, algas marinhas e em verduras de folhas verdes.

A nutrição funcional

Doenças neurodegenerativas podem ter suas incidências reduzidas, dependendo do tipo de alimentação que a pessoa tem. No caso do Alzheimer, a vitamina C associada à vitamina E demonstra eficácia na prevenção da doença, porém, estas vitaminas têm de ser ingeridas juntas, pois isoladamente não apresentam o mesmo resultado.

Já a associação das vitaminas C e E, além de uma dieta rica em frutas e vegetais, demonstraram sucesso na prevenção do Parkinson. Para quem já tem esta doença, a vitamina B2 combinada a uma alimentação sem carne vermelha ajuda a capacidade motora dos pacientes, assim como uma dieta vegetariana e com bastante cafeína, que pode ser encontrada no café, chocolate, chá verde e preto, entre outros.

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