Diástase abdominal após o parto: Fisioterapeuta ensina a identificar

Ariela Belfer ensina truque para entender se músculos abdominais foram prejudicados na gestação

Uma consequência muito comum da gravidez é a diástase do músculo reto abdominal. Esse músculo é como se fossem duas cintas na região da nossa barriga que, em alguma situações, são afastadas uma da outra. Muitas mulheres nem sabem que têm essa diástase, mesmo sofrendo com suas consequências: dor nas costas, problemas de postura e até incômodo com a estética. A fisioterapeuta Ariela Belfer ensinou, em seu Instagram, a identificar esse problema.

O passo a passo deve ser feito em um ambiente em que você pode estar deitado. Veja a seguir as dicas da profissional:

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De acordo com o cirurgião plástico Marcelo Wulkan, em artigo ao Minha Vida, esta separação do músculo reto abdominal pode comprometer a estabilidade corporal e a mobilidade, contribuindo para o aparecimento de dor nas costas, comprometendo a postura, além de problemas estéticos.

Mulheres que não fazem exercícios físicos e, assim, não têm o abdômen trabalhado, desenvolvem mais chances de apresentar o problema. Contribuem também hormônios da gestação que causam o relaxamento muscular, um bebê grande e excesso de líquido amniótico.

Tratamento da diástase

Clinicamente, pode-se realizar tratamentos com fisioterapeuta ou profissional de saúde habilitado para orientar o fortalecimento dos músculos acometidos. Exercícios mau executados podem causar uma piora da queixa e por isso é fundamental procurar ajuda especializada.

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Se a gestação causar afastamento dos músculos menor que quatro centímetros, muitas vezes é possível reverter a situação com exercícios físicos em até três meses. Se for maior, pode ser necessária uma cirurgia para unir os lados, usualmente realizada por cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).