Sintomas de coronavírus: veja quais são os primeiros sinais

Saiba como identificar uma possível infecção pela COVID-19 e os sinais que o corpo manifesta em casos graves da doença

Atualizado em 08/04/2021

Uma possível infecção pelo novo coronavírus pode provocar sintomas que se assemelham muito com os de outras condições de saúde. Assim, a análise dos sinais da doença que provocou uma pandemia no mundo todo é essencial para o seu controle e prevenção.

Sintomas do coronavírus

Os principais sintomas da COVID-19, de acordo com os parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde, são muito similares aos de um resfriado comum.

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Alguns casos ainda podem evoluir para um quadro de infecção do trato respiratório inferior, semelhante a uma pneumonia. Desta forma, os sinais mais comuns da doença causada pelo vírus SARS-CoV-2 são:

Sintomas pouco comuns de COVID-19

Por se tratar de uma doença sistêmica, ou seja, que afeta diferentes órgãos e tecidos do corpo humano, a COVID-19 também pode manifestar outros sintomas menos comuns. Entre eles, destacam-se:

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Um estudo feito pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, apontou que alguns pacientes infectados com o novo coronavírus podem manifestar dores musculares e nas articulações. Por meio da avaliação de imagens radiológicas, foi revelado que o vírus causou complicações que, mais tarde, geraram crises de artrite reumatóide em pacientes que já haviam se queixado de dores nas articulações anteriormente.

"Embora a mialgia seja uma característica clínica comum de COVID-19, outras manifestações musculoesqueléticas foram raramente descritas no início da pandemia. Com o aumento do número global de pacientes e sobreviventes, tem havido relatos crescentes de complicações neuromusculares e reumatológicas relacionadas ao vírus e ao tratamento/evolução hospitalar", relataram os pesquisadores.

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Já uma análise feita por cientistas alemães revelou um novo possível sintoma de coronavírus que também deve ser observado: o aumento da frequência urinária. Segundo os dados observados pelos pesquisadores, pacientes infectados com o patogênico apresentaram mais de 13 episódios de micção em 24 horas. A possível explicação para esse fenômeno está no aumento de citocinas (substâncias inflamatórias na urina) causado pelo vírus.

Impactos no trato urinário também foram identificados por um recente estudo italiano. De acordo com os cientistas, quando a SARS-CoV-2 acomete os rins, pode provocar complicações como a retenção urinária (dificuldade para urinar) e hematúria (presença de sangue na urina).

Entretanto, é importante ressaltar que, além de raros, esses sintomas variam de acordo com cada quadro clínico.

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Sintomas graves de COVID-19

Além dos quadros leves, que representam a maioria das ocorrências, a COVID-19 pode evoluir para situações mais graves, especialmente quando associada a comorbidades, como hipertensão, problemas respiratórios e obesidade. Nesses casos, o coronavírus pode provocar até mesmo a morte.

Segundo o infectologista Ivan França, os casos graves de COVID-19 são, geralmente, quadros em que os pacientes necessitam de internação hospitalar com respiração mecânica e correspondem a menos de 5% das ocorrências.

Os sintomas graves de COVID-19 são:

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Diagnóstico de coronavírus

O diagnóstico de COVID-19 é feito a partir de uma base metodológica que utiliza exames clínicos, critérios epidemiológicos, testes laboratoriais e também exames de imagem.

Desse modo, ao avaliar se o paciente está ou não infectado com o coronavírus, o médico investiga os sintomas, se ele teve contato com pessoas contaminadas nos últimos 14 dias e realiza testes para analisar a reação do organismo ao SARS-CoV-2 (como o RT-PCR e testes sorológicos).

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Tratamento de COVID-19

A COVID-19 ainda é uma doença relativamente nova e não possui um tratamento específico. Desta forma, as pessoas infectadas recebem apenas uma intervenção terapêutica para aliviar os sintomas e preservar o bem-estar. Entre os cuidados indicados estão:

É muito importante que, assim que os primeiros sintomas surgirem, a pessoa procure ajuda médica imediata em Unidades Básicas de Saúde ou UPAS de suas cidades. A orientação ajuda a confirmar o diagnóstico para que a pessoa inicie o tratamento mais adequado e contribui para que o vírus não continue sendo transmitido para a população em geral.

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