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Brasileiros criam nanopartículas capazes de inativar o HIV

Nanopartículas magnéticas se conectam ao vírus, impedindo-o de atingir e infectar as células no organismo

Pesquisadores brasileiros do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) desenvolveram nanopartículas capazes de atrair os vírus, evitando que estes façam ligações com células do organismo e, consequentemente, ataquem a saúde. O estudo foi publicado no periódico científico Applied Materials & Interfaces.

As nanopartículas magnéticas que estão sendo estudadas seriam introduzidas no sangue e se ligariam ao vírus. Em seguida, tais partículas seriam separadas do sangue por um ímã, levando-as, junto com o vírus, de nossa corrente. A técnica pode ajudar no desenvolvimento de formas de detecção de vírus como o próprio HIV.

Os pesquisadores utilizaram nanopartículas de sílica e testaram sua biocompatibilidade in vitro com os vírus do HIV e do VSV-G (que causa estomatite vesicular). Eles foram preparados para expressar uma proteína fluorescente que mudaria a coloração das células infectadas, permitindo que os pesquisadores seguissem a infecção. Os resultados alegaram que as nanopartículas de sílica são realmente promissoras no controle de infecções virais.

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