Estudo inédito identifica 6 possíveis tipos da COVID-19

Pesquisadores montaram grupos distintos de pacientes de acordo com os sintomas que apresentam

Uma recente pesquisa realizada por cientistas da King's College, em Londres, identificou seis possíveis manifestações da COVID-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Cada uma delas se caracteriza por diferentes grupos de sintomas, que podem estar relacionados com a progressão da gravidade da infecção.

Os dados foram adquiridos a partir do COVID Syptom Study, aplicativo que visa coletar dados epidemiológicos da doença com informações de pessoas que confirmadamente contraíram a COVID-19.

Inicialmente, o estudo utilizou informações de 1.600 participantes. Depois que os dados foram cruzados, o algoritmo foi testado em uma segunda coleta independente, desta vez com outras 1.000 pessoas.

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Os resultados da análise revelaram esses seis agrupamentos de sintomas específicos em diferentes estágios da doença. Um dos achados, por exemplo, indicou que a totalidade dos indivíduos apresentou dor de cabeça e perda de olfato.

Saiba mais: Não é só tosse: 8 sintomas menos conhecidos de coronavírus

Embora os indicativos mais relevantes do coronavírus continuem sendo tosse, febre e perda de olfato, outros sintomas não comumente reconhecidos, como confusão, dor abdominal e respiração entrecortada, foram marcantes entre as formas mais severas da doença.

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Seis tipos de COVID-19

De acordo com os pesquisadores, os seis grupos sintomáticos identificados pelo estudo foram divididos da seguinte forma (com seus respectivos sinais):

Ainda segundo o levantamento, cerca de 8,6%, 9,9% e 19,8% daqueles que apresentaram os sintomas do tipo grave (grupos 4, 5 e 6) tiveram necessidade de uso do respirador, respectivamente. Nos grupos 1, 2 e 3, esses números foram menores (de 1,5%, 4,4% e 3,3%, respectivamente).

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Vale acrescentar que os indivíduos identificados entre os três tipos mais graves da doença tendiam a integrar os grupos de risco da COVID-19. Assim, embora seja preliminar, a análise pode ser importante no manejo clínico e acompanhamento da doença em pacientes no futuro.

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